segunda-feira, junho 29, 2026
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Brasileiro é encontrado morto nos EUA e família busca respostas


ouglas Coka, 37 anos, vivia sozinho na Geórgia e falou com os familiares pela última vez em 6 dias antes de sua morte. Material cedido ao Metrópoles

Um brasileiro que vivia há quase quatro anos nos Estados Unidos da América (EUA) foi encontrado sem vida, com marca de um disparo, no último domingo (30/3). Douglas Coka, 37 anos, vivia sozinho na Geórgia e falou com os familiares pela última vez em 6 dias antes de sua morte.

Segundo a imprensa de Atlanta, vizinhos da região em que o corpo foi encontrado afirmaram ter escutado um barulho alto durante a madrugada, como um estouro de pneu. No início da manhã, no entanto, a polícia encontrou o corpo no quintal de uma residência.

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À coluna, Eduardo Coka, irmão de Douglas, declarou a família está angustiada com o mistério em torno da morte. “Recebemos a notícia por meio de um amigo brasileiro que também vive lá. Imediatamente, entramos em contato com o consulado brasileiro, que afirmou poder ajudar somente com informações. Não fazemos ideia do que aconteceu porque a polícia investiga em segredo”, lamentou.

Mobilização

Douglas nasceu e cresceu no Rio de Janeiro (RJ), junto à família. Mudou-se para o outro continente em busca de estabilidade financeira. “Ele trabalhava com tudo, em obras, como motorista de carro de aplicativo“, disse Eduardo.

Segundo a família, Douglas não tinha inimizades e jamais falou sobre ter recebido ameaças. Ele também nunca registrou histórico de depressão e o irmão o descreveu como alguém apaixonado pela vida. “Ninguém entende o que aconteceu, ele era uma pessoa alto astral, de muitos amigos”, desabafou Eduardo.

Em meio à tristeza da perda, a família lida, ainda, com as dificuldades para trazer o corpo de Douglas de volta. O valor do translado ficou em torno de R$ 50 mil. Amigos e familiares se mobilizaram para conseguir o dinheiro e criaram uma “vaquinha”. Até o momento, quase R$19 mil foram arrecadados. Para contribuir, basta clicar nesta frase e acessar o site.

“Nossa família está destruida, não da para expressar. Só queremos trazer ele de lá para dar a paz”, desabafou Eduardo.

Veja a matéria completa em Metrópoles

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