Homem é suspeito de matar ex-funcionário em Pernambuco. | Créditos: Reprodução
Um médico cirurgião de 46 anos, que também atua como sargento da Polícia Militar do Ceará e é proprietário de garimpos na região Nordeste, foi preso na cidade de Terra Nova, no Sertão de Pernambuco, por suspeita de ter matado um ex-funcionário após uma audiência de custódia em 2023. Ex-panicat é presa de novo após…
Um médico cirurgião de 46 anos, que também atua como sargento da Polícia Militar do Ceará e é proprietário de garimpos na região Nordeste, foi preso na cidade de Terra Nova, no Sertão de Pernambuco, por suspeita de ter matado um ex-funcionário após uma audiência de custódia em 2023.
Ex-panicat é presa de novo após tumulto com PMs em loja
A prisão foi realizada pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil de Pernambuco e divulgada na tarde da última segunda-feira (28). O suspeito foi detido em cumprimento a um mandado de prisão preventiva pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.
De acordo com as investigações, ele é apontado como o autor do assassinato de Reginaldo Gomes Barbosa, de 47 anos, ex-funcionário e motorista de caçamba. O crime teria ocorrido logo após uma audiência na Justiça do Trabalho, em julho de 2023, em Salgueiro (PE). Reginaldo processava o empregador, que, segundo a polícia, ameaçava matar funcionários que entrassem com ações judiciais contra sua empresa de garimpo.
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Testemunhas relataram aos investigadores que, ao sair do Fórum, Reginaldo foi abordado pelo suspeito, que estaria armado, e forçado a entrar em um veículo. Dez dias depois, um corpo carbonizado foi encontrado na zona rural da cidade de Jardim, no interior do Ceará. Exames de DNA confirmaram a identidade da vítima.
Em depoimento, o suspeito negou envolvimento no crime. Durante a abordagem, a polícia também apreendeu com o médico uma espingarda calibre 12. Por isso, ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Procurada, a Polícia Militar de Pernambuco disse que não vai se pronunciar sobre o caso.
A CNN também entrou em contato com o Conselho Regional de Medicina. O espaço segue aberto.



