Após mais de uma década de espera, uma mulher que foi aprovada em concurso público para o cargo de professora de História na 5ª Coordenadoria Regional de Ensino (CRE) finalmente conquistou o direito de assumir a vaga. A nomeação, concretizada na última semana, resultou de uma ação judicial movida após a candidata ter sido aprovada…
Após mais de uma década de espera, uma mulher que foi aprovada em concurso público para o cargo de professora de História na 5ª Coordenadoria Regional de Ensino (CRE) finalmente conquistou o direito de assumir a vaga. A nomeação, concretizada na última semana, resultou de uma ação judicial movida após a candidata ter sido aprovada no concurso de 2013, mas, mesmo figurando na lista de reserva técnica, não ser convocada dentro do prazo estabelecido.
Em vez de chamar os aprovados, o Estado optou por contratar profissionais temporários para ocupar as mesmas funções. Essa decisão levou à abertura de um processo judicial em 2015. Durante o andamento do processo, foi demonstrado que, apesar da carência de professores na rede estadual, a candidata e outros aprovados permaneceram sem nomeação, enquanto as vagas eram preenchidas por contratos temporários.
Em 2021, a Justiça determinou a convocação dos aprovados, mas o cumprimento da decisão foi demorado, marcado por recursos e resistência por parte do Estado. Foi necessário um acompanhamento contínuo para garantir que a sentença fosse finalmente cumprida.
A professora, agora nomeada, foi acompanhada pela Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL).



