domingo, março 29, 2026
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Empresário que atropelou e matou policial será julgado por júri popular em Arapiraca


Cibelly Barbosa Soares, 31 anos de idade

A Justiça de Alagoas determinou que o empresário Edson Lopes da Rocha seja levado a júri popular pelo atropelamento que resultou na morte da policial militar e professora Cibely Barboza Soares, em outubro de 2023. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (3) e deve acontecer em 10 de fevereiro de 2026. O caso aconteceu em…

A Justiça de Alagoas determinou que o empresário Edson Lopes da Rocha seja levado a júri popular pelo atropelamento que resultou na morte da policial militar e professora Cibely Barboza Soares, em outubro de 2023. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (3) e deve acontecer em 10 de fevereiro de 2026.

O caso aconteceu em um trecho da rodovia AL-220, na zona rural de Arapiraca, no Agreste alagoano. Cibely e seu marido, o também policial militar Gheymison do Nascimento, foram atropelados por trás enquanto praticavam ciclismo no acostamento da rodovia. Cibely morreu no local. Gheymison foi socorrido em estado grave e passou por cirurgias no Hospital de Emergência do Agreste. Ele recebeu alta médica apenas em janeiro deste ano e foi homenageado por colegas de farda ao deixar a unidade.

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As investigações apontaram que Edson Lopes havia consumido bebidas alcoólicas durante um almoço com familiares em uma churrascaria, antes de sair dirigindo sozinho. Segundo a perícia, ele conduzia o veículo com a capacidade psicomotora alterada pelo álcool no momento do atropelamento.

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O Ministério Público de Alagoas denunciou o empresário por homicídio doloso, tentativa de homicídio e condução de veículo sob efeito de álcool — crimes previstos tanto no Código Penal quanto no Código de Trânsito Brasileiro. A denúncia sustenta que houve intenção de matar, ainda que eventual, já que o acusado teria assumido o risco ao dirigir embriagado.

Mesmo respondendo ao processo em liberdade, Edson teve a carteira de habilitação suspensa. Em janeiro deste ano, ele chegou a pedir à Justiça autorização para voltar a dirigir, mas o Ministério Público foi contra, alegando que a medida é necessária para proteger a ordem pública e evitar novos riscos.





Fonte: Alagoas 24h

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