O médico Alan Carlos de Lima Cavalcante foi assassinado a tiros pela ex-esposa
A juíza Bruna Saback de Almeida Rosa decretou nesta segunda-feira, 17, a prisão preventiva da médica Nádia Tamyres, acusada de assassinar a tiros o ex-marido, o médico Alan Carlos de Lima Cavalcante. A decisão ocorre após a realização da audiência de custódia, na qual o Poder Judiciário optou por converter a prisão em flagrante em…
A juíza Bruna Saback de Almeida Rosa decretou nesta segunda-feira, 17, a prisão preventiva da médica Nádia Tamyres, acusada de assassinar a tiros o ex-marido, o médico Alan Carlos de Lima Cavalcante. A decisão ocorre após a realização da audiência de custódia, na qual o Poder Judiciário optou por converter a prisão em flagrante em prisão preventiva. A acusada permanecerá à disposição da Justiça.
Mais cedo, o delegado Daniel Scaramello informou que a Polícia Civil descartou a tese de legítima defesa apresentada pela médica. Segundo ele, imagens de câmeras de segurança permitiram analisar detalhadamente a dinâmica do homicídio.
De acordo com o delegado, as gravações mostram Nádia descendo de seu veículo, aproximando-se do carro da vítima e iniciando uma breve discussão, seguida pelos disparos.
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“Constatamos que não houve legítima defesa. A autora desceu do carro já portando uma arma de fogo e apontando para a vítima. Após uma breve discussão, ela efetuou diversos disparos, impedindo ou dificultando qualquer possibilidade de defesa”, afirmou Scaramello.
Durante o depoimento, Nádia confessou o crime, dizendo ter atirado por se sentir “acuada”. A médica já havia denunciado o ex-marido, em setembro do ano passado, por violência psicológica e pelo crime de estupro de vulnerável, envolvendo a filha do casal, então com apenas dois anos. À época, o caso ganhou repercussão e foi noticiado pelo Alagoas 24 Horas. (RELEMBRE AQUI)
Polícia Civil descarta legítima defesa em assassinato de médico
Na ocasião das denúncias, fontes haviam relatado que Alan Cavalcante atuou em hospitais de Arapiraca, Coruripe e Delmiro Gouveia e que apresentaria comportamento considerado abusivo por colegas de trabalho, incluindo episódios de assédio.
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