terça-feira, março 31, 2026
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‘Quero meu dinheiro de volta’


Participantes ficaram revoltados após cancelamento de show.. Reprodução

Foliões revoltados com o cancelamento do after que ocorreria após o bloco do PTK, no bairro do Jaraguá, nesse domingo (23), cobram do influenciador que organizou o evento o ressarcimento pelo prejuízo. Eles alegam que a confusão gerada no local foi devido à falta de organização, já que foram vendidos ingressos acima da capacidade permitida.

Informações dão conta que o episódio violento ocorreu porque o show do cantor Neiff teria sido cancelado. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram gritaria e os participantes do bloco revoltados, forçando uma barra de ferro para entrar na casa de show, onde a festa se estenderia.

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“Queremos o after que pagamos, se não rolar, tem que ter reembolso, a falta de organização foi da sua parte. Ninguém invadiu nada, você não teve noção do seu público e quis entupir a galera naquele ovo e ainda demorou para abrir as portas, ninguém aqui é bagunça não c#*¨%@, você foi um moleque”, disse um dos internautas.

A pancadaria começou após os participantes tomarem conhecimento de que o show não ocorreria. Os motivos seriam porque a organização vendeu os ingressos acima da capacidade permitida do estabelecimento. Além disso, havia presença de menores de idade.

“78 reais em uma camisa/pulseira e nem show teve, vocês acham que o pessoal tá tirando dinheiro de onde? Um cara que vem da periferia e passa a perna no seu povo! Quero meu dinheiro de volta”, afirmou outro.

Diversas pessoas criticaram a organização do evento, que ocorreria em uma casa de shows. Por meio de nota, a administração do local informou que não era a responsável pelo evento, tendo apenas alugado o prédio ao contratante – que estava ciente das normas – para que este promovesse a festa.

Veja a nota na íntegra:

A Fábrica de Eventos, espaço localizado no bairro do Jaraguá, em Maceió, informa que o show que aconteceria na noite deste domingo (23) não foi realizado porque órgãos de fiscalização estiveram no local e proibiram a festa em razão de questões legais, como a presença de menores de idade e ingressos vendidos acima da capacidade permitida pela casa.

É importante esclarecer que a administração da Fábrica de Eventos em nada tem a ver com o evento, tendo apenas alugado o prédio ao contratante – que estava ciente das normas – para que este promovesse a festa.

A empresa lamenta o vandalismo e a depredação praticados contra o patrimônio privado.

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