quinta-feira, março 19, 2026
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Senadores de oposição querem convocar irmãos de Toffoli à CPI


Senadores de oposição querem convocar irmãos de Toffoli à CPI do Crime | Foto: Gustavo Moreno/STF

Senadores da oposição querem convocar dois irmãos do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), para prestar esclarecimentos à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado. LEIA MAIS NOTÍCIAS DA POLÍTICA NACIONAL E INTERNACIONAL ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM Com esse objetivo, Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES) protocolaram requerimentos…

Senadores da oposição querem convocar dois irmãos do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), para prestar esclarecimentos à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado.

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Com esse objetivo, Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES) protocolaram requerimentos nesta quarta-feira (28).

Os senadores pedem a convocação de José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, ambos irmãos do ministro. Eles também querem ouvir Mario Umberto Degani, primo de Toffoli, e Paulo Humberto Barbosa, advogado.

Para que convocação se concretize, entretanto, os requerimentos precisam ser pautados, votados e aprovados pelos membros do colegiado.

Os requerimentos citam que “a experiência acumulada em investigações nacionais e internacionais demonstra que a exploração de jogos de azar ilegais constitui atividade frequentemente associada à lavagem de dinheiro”.

Os documentos citam reportagem do portal Metrópoles que revelou a presença de jogos de azar no Resort Tayayá. O empreendimento, que já teve como proprietários os irmãos e o primo do ministro do STF, entrou no foco da oposição em meio à investigação de fraude no Banco Master.

No final do ano passado, o resort passou a ser controlado por Paulo Humberto Costa. A transação, entretanto, foi realizada por meio do Arleen Fundo de Investimento, que é administrado por instituição investigada no contexto do escândalo do Banco Master.

“Nesse sentido, a oitiva dos atuais e anteriores proprietários e administradores do Resort Tayayá mostra-se necessária para esclarecer o período de início das atividades noticiadas, verificar a participação de cada um dos envolvidos e apurar o grau de conhecimento que detinham acerca dos fatos, permitindo a adequada reconstrução da dinâmica dos acontecimentos.”





Fonte: Alagoas 24h

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