Ratinho e Caiado contestam posição de Leite sobre indulto a Bolsonaro | Foto: Mateus Bonomi/Reuters
Apresentados como pré-candidatos ao Palácio do Planalto pelo PSD, os governadores Ratinho Jr (PR) e Ronaldo Caiado (GO) divergem de Eduardo Leite (RS) no tratamento aos envolvidos nos atos golpistas de 8/1. LEIA MAIS NOTÍCIAS DA POLÍTICA NACIONAL E INTERNACIONAL ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM Em entrevista à CNN, o chefe do executivo…
Apresentados como pré-candidatos ao Palácio do Planalto pelo PSD, os governadores Ratinho Jr (PR) e Ronaldo Caiado (GO) divergem de Eduardo Leite (RS) no tratamento aos envolvidos nos atos golpistas de 8/1.
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Em entrevista à CNN, o chefe do executivo paranaense se alinhou ao goiano na defesa de indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros envolvidos na invasão à Praça dos Três Poderes.
“Esses vândalos que erraram têm que ser tratados como criminosos em cima de um crime de vandalismo. Mas, se for para pacificar o país, é necessário fazer isso”, disse Ratinho sobre o indulto.
Procurado pela CNN, Ronaldo Caiado reiterou que vai conceder o indulto se for eleito.
Em entrevista recente para jornalistas no Rio Grande do Sul enviada por sua assessoria, Eduardo Leite afirmou que a anistia “não é admissível nas circunstâncias que vivemos”.
Auxiliares e aliados de Leite reiteram que o governador não concederia indulto ao ex-presidente se fosse eleito.
A agenda em torno do 8/1 é prioritária para o bolsonarismo e um critério de corte na relação entre o grupo leal ao ex-presidente e a direita moderada.
Nesse sentido, a narrativa de Ratinho e Caiado tenta evitar uma disputa fratricida no primeiro turno por meio de ataques da ala mais ideológica dos seguidores de Jair Bolsonaro.
A posição de Eduardo Leite é interpretada entre aliados de Flávio Bolsonaro como um sinal de que ele não estaria de fato concorrendo com Caiado e Ratinho pela vaga, mas apenas marcando posição e ganhando projeção para se eleger senador no Rio Grande do Sul.



