sexta-feira, março 20, 2026
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Populares cercam residência e tentam espancar babá


Populares cercam residência e tentam espancar babá que agrediu criança com autismo | Foto: Arquivo Pessoal

A denúncia de agressão contra um menino de cinco anos, diagnosticado com autismo em grau 3, provocou revolta e tensão no bairro Brasília, em Arapiraca, na noite de sexta-feira, por volta das 23 horas. Moradores cercaram a casa da babá acusada de maltratar a criança e passaram a ameaçá-la. LEIA MAIS NOTÍCAS DA REGIÃO AGRESTE…

A denúncia de agressão contra um menino de cinco anos, diagnosticado com autismo em grau 3, provocou revolta e tensão no bairro Brasília, em Arapiraca, na noite de sexta-feira, por volta das 23 horas. Moradores cercaram a casa da babá acusada de maltratar a criança e passaram a ameaçá-la.

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O caso ganhou grande repercussão no Agreste de Alagoas após a família denunciar episódios de violência contra o menino, que estava sob os cuidados da babá desde junho de 2025. Um boletim de ocorrência foi registrado e uma investigação foi aberta para apurar as denúncias.

Com a divulgação do caso, populares se reuniram em frente à residência da suspeita, inconformados com as acusações. A mulher permaneceu dentro do imóvel, relatando medo diante das ameaças. O clima de revolta levou à retirada dela do local para evitar agressões, enquanto o tumulto também foi registrado oficialmente.

Segundo a mãe da criança, a babá buscava o menino na escola e o levava para a própria casa, onde ele ficava por cerca de quatro horas todos os dias. O comportamento da criança começou a mudar, o que chamou a atenção da escola e levou a família a desconfiar da situação.

No dia 30 de dezembro, um vizinho apresentou à mãe um vídeo gravado por cima do muro da residência. Nas imagens, é possível ouvir a cuidadora gritando e ameaçando a criança com frases ofensivas. Além disso, a mãe afirmou suspeitar de outras agressões, inclusive após encontrar o filho com forte odor em uma das ocasiões.

Diante da gravidade dos relatos, o Ministério Público de Alagoas abriu procedimento para investigar o caso e acionou o Conselho Tutelar de Arapiraca. As apurações seguem em andamento.





Fonte: Alagoas 24h

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