sábado, março 14, 2026
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Professor da Ufal está proibidos de frequentar estádios


Professor da Ufal está entre torcedores do CSA proibidos de frequentar estádios devido a brigas | Foto: Ilustração

Um professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) está entre os 24 torcedores do CSA proibidos pela Justiça de frequentar jogos do clube. O grupo é investigado por suspeita de planejar, organizar e incentivar confrontos entre torcidas organizadas, após episódios de violência registrados em uma partida da Série C do Campeonato Brasileiro, em agosto do…

Um professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) está entre os 24 torcedores do CSA proibidos pela Justiça de frequentar jogos do clube. O grupo é investigado por suspeita de planejar, organizar e incentivar confrontos entre torcidas organizadas, após episódios de violência registrados em uma partida da Série C do Campeonato Brasileiro, em agosto do ano passado.

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O caso ganhou repercussão porque o docente é apontado como um dos principais alvos do inquérito que apura os tumultos ocorridos durante o jogo entre CSA e Ituano Futebol Clube, no Estádio Rei Pelé. Na ocasião, torcedores entraram em confronto nas arquibancadas, gerando correria, depredação e arremesso de objetos.

Segundo a investigação, imagens das câmeras de segurança mostram o professor arremessando um objeto semelhante a parte de uma porta do pavimento superior para o inferior do estádio. O material teria sido lançado durante o tumulto, que começou por volta das 6h da tarde, ainda antes do fim da partida.

Em depoimento prestado em meados de janeiro, o professor afirmou que deixava o estádio quando a confusão começou. Ele relatou que, em meio ao desespero causado pela correria e pelo disparo de munições menos letais, lançou um pedaço de madeira que estava no local. No entanto, sustenta que não atirou o objeto contra policiais, mas para o lado oposto.

Além da proibição de frequentar os jogos do CSA, os investigados devem comparecer a uma unidade da ROTAM nos dias em que o time atua. O professor, por exemplo, precisou cumprir a medida no último dia 7, quando o CSA enfrentou o Cruzeiro Esporte Clube de Arapiraca pelo Campeonato Alagoano.

A defesa nega que o docente integre a torcida organizada Mancha Azul e afirma que não há provas individualizadas que o vinculem a um grupo estruturado ou a confrontos recorrentes. Os advogados também destacam que ele não possui antecedentes criminais e argumentam que a obrigação de se apresentar em unidade militar nos dias de jogo impõe restrições significativas à sua rotina, inclusive profissional.

Por fim, a defesa protocolou pedido de reconsideração e revogação das medidas cautelares. O caso agora aguarda decisão da Justiça.





Fonte: Alagoas 24h

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