Foto: Antonio Augusto / STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou uma nota nesta terça-feira (17) após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou servidores públicos suspeitos de vazar informações sobre dados autoridades e de parentes delas. A investigação partiu de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo o comunicado, as apurações iniciais…
O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou uma nota nesta terça-feira (17) após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou servidores públicos suspeitos de vazar informações sobre dados autoridades e de parentes delas.
A investigação partiu de uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Segundo o comunicado, as apurações iniciais apontaram para “diversos e múltiplos acessos ilegais” por meio do sistema da Receita Federal.
O Supremo afirmou ainda que os vazamentos ocorreram para produzir “suspeitas artificiais, de difícil dissipação”
“O caso não se exaure apenas na violação individual do sigilo fiscal, uma vez que a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas, divulgadas sem contexto e sem controle jurisdicional, tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”, diz um trecho da nota.



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