Uma ocorrência de violência doméstica terminou em tragédia na noite deste sábado (7), em Maceió. O que começou como uma suposta tentativa de homicídio foi confirmado como óbito assim que a guarnição da Força Tática, do 4º BPM, chegou ao local do crime, no bairro do Clima Bom. A vítima, um homem que não teve…
Uma ocorrência de violência doméstica terminou em tragédia na noite deste sábado (7), em Maceió. O que começou como uma suposta tentativa de homicídio foi confirmado como óbito assim que a guarnição da Força Tática, do 4º BPM, chegou ao local do crime, no bairro do Clima Bom. A vítima, um homem que não teve a identidade revelada, morreu após receber diversos golpes de arma branca.
A reviravolta no caso aconteceu logo em seguida. A polícia recebeu informações de que a ex-esposa da vítima, apontada como a autora dos golpes, havia dado entrada na UPA do Tabuleiro. Ao chegarem à unidade de saúde, os militares confirmaram a identidade da mulher, que apresentava ferimentos na cabeça.
Relato do confronto
Em depoimento à polícia, a mulher relatou momentos de tensão. Segundo ela, o ex-companheiro iniciou uma série de agressões físicas. Para se defender, ela teria utilizado uma faca para desferir os golpes contra ele.
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A confusão, no entanto, não parou por aí. A suspeita afirmou que, ao tentar fugir da cena, foi interceptada por um amigo do ex-marido. Ela relatou ter sido derrubada e agredida com chutes, o que causou a lesão em sua cabeça. Com a ajuda de um conhecido, ela conseguiu chegar à UPA e, posteriormente, foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE) para exames detalhados.
Desfecho Policial
Após receber alta médica, o cenário mudou do hospital para a delegacia. A guarnição conduziu a mulher até a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Apesar da alegação de legítima defesa, ela foi apresentada à autoridade policial e permaneceu presa pelo crime de homicídio.
Peritos da Polícia Científica e equipes do IML estiveram no local do fato para os procedimentos de praxe. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que deve apurar a dinâmica exata das agressões e a versão apresentada pela sobrevivente.



