Idoso é preso suspeito de estuprar empregada doméstica na Bahia | Foto: CNN Brasil
A PCBA (Polícia Civil da Bahia) prendeu, na última quarta-feira (18), um idoso de 69 anos suspeito de estupro contra a empregada doméstica que trabalhava na casa dele, em Canápolis, no oeste da Bahia. LEIA MAIS NOTÍCIAS DE ALAGOAS, DO BRASIL E DO MUNDO ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM A vítima está grávida…
A PCBA (Polícia Civil da Bahia) prendeu, na última quarta-feira (18), um idoso de 69 anos suspeito de estupro contra a empregada doméstica que trabalhava na casa dele, em Canápolis, no oeste da Bahia.
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A vítima está grávida de gêmeos e foi realizado um exame de paternidade para descobrir se o suspeito é o pai.
Segundo a DT (Delegacia Territorial) de Canápolis, as investigações apontaram que o idoso realizava os atos de violência sexual contra a vítima, com graves ameaças, enquanto ela trabalhava.
Agentes do GATTI/Cerrado (Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação) cumpriram um mandado de busca a apreensão contra o suspeito. No local, foi encontrada e apreendida uma caixa de munição de pistola calibre .38. Ele também foi autuado em flagrante por posse de munição.
O idoso segue preso e à disposição do Poder Judiciário.
A CADA 24H, 12 MULHERES FORAM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA EM 2025, DIZ ESTUDO
A cada 24 horas em 2025, aproximadamente 12 mulheres foram vítimas de algum tipo de violência. É o que aponta os dados do estudo “Elas Vivem: a urgência da vida”, da Rede Observatórios da Segurança, que monitorou nove estados brasileiros ao longo do ano.
Segundo o levantamento, obtido em exclusividade pela CNN Brasil, 4.558 mulheres foram vitimadas, o que representa um aumento de 9% em relação a 2024.
Entre os tipos de violência registrados, chamou atenção o crescimento dos casos de violência sexual e estupro. Os registros aumentaram 56,6%, passando de 602 para 961 casos. O perfil das vítimas revela um cenário alarmante: 56,5% eram crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos.
Entre as ocorrências mais frequentes estão tentativa de feminicídio e agressão, que somaram 1.798 registros.
O estudo também analisou outros tipos de violência, como agressão verbal, cárcere privado, dano ao patrimônio, feminicídio, homicídio, sequestro e supressão de documentos, entre outros.



