Corregedoria deve apurar atuação do militar preso em flagrante. Ascom MPE
Em nota enviada à imprensa na manhã desta quinta, 9, o comando da Polícia Militar de Alagoas determinou a abertura de procedimento junto à Corregedoria contra o militar preso em flagrante por tráfico de drogas, na manhã de hoje, durante operação do Gaeco. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão contra os…
Em nota enviada à imprensa na manhã desta quinta, 9, o comando da Polícia Militar de Alagoas determinou a abertura de procedimento junto à Corregedoria contra o militar preso em flagrante por tráfico de drogas, na manhã de hoje, durante operação do Gaeco.
Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão contra os suspeitos, que são acusados de cometer excessos e irregularidades em intervenções policiais realizadas em estabelecimentos comerciais e residências, com suspeitas de manipulação de ocorrências e imposição de exigências indevidas no exercício das atribuições funcionais.
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Na casa do militar preso, que pertenceria o 4º BPM, o Gaeco apreendeu maconha, crack pinos de cocaína, cocaína em pó, balança de precisão e R$ 7.784,00 mais uma quantidade de moedas. Esse militar foi preso em flagrante delito sob suspeita de crime de tráfico de drogas.
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Veja a nota da PM na íntegra:
A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) vem a público manifestar-se a respeito da prisão de um policial militar ocorrida na manhã desta quinta-feira (9), durante operação desencadeada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE-AL), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
O comandante-geral da corporação, coronel Paulo Amorim, reitera que a instituição não admite a prática de desvio de conduta de nenhum de seus integrantes, já determinou a abertura de procedimento junto à Corregedoria para apurar os fatos com o devido rigor e ressalta que nada pode macular o bom nome da corporação.
O comandante-geral lembra que a instituição de 194 anos é regida por normas e regulamentos que prezam pela legalidade, pelo respeito e pela conduta irrepreensível, tanto no exercício da função quanto fora do serviço.



