A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) avançou nas investigações sobre o atentado que deixou dois jovens feridos na noite desta sexta-feira (16), na Praça Santa Tereza, no bairro da Ponta Grossa, em Maceió. O crime, ocorrido durante um ensaio de um grupo de dança, teria sido motivado por “fronteiras invisíveis” impostas pelo tráfico de drogas….
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) avançou nas investigações sobre o atentado que deixou dois jovens feridos na noite desta sexta-feira (16), na Praça Santa Tereza, no bairro da Ponta Grossa, em Maceió. O crime, ocorrido durante um ensaio de um grupo de dança, teria sido motivado por “fronteiras invisíveis” impostas pelo tráfico de drogas.
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Segundo a Unidade de Atendimento ao Local de Crime (UALC 1), coordenada pelo delegado Marcelo Rios, uma das vítimas possuía uma “restrição informal de circulação” em determinadas áreas do bairro, determinada por grupos criminosos rivais.
Dívida de drogas e facções
Os levantamentos preliminares indicam que o ataque foi uma ação direta de facções criminosas. Além da proibição de circular na área da praça, a polícia apurou que um dos jovens possuía histórico de dívidas com o narcotráfico.
Informações colhidas no local apontam que familiares da vítima chegaram a quitar débitos anteriores para tentar preservar a vida do rapaz, o que reforça a linha de investigação de acerto de contas.
O atentado
O crime ocorreu por volta das 20h30, enquanto o grupo realizava atividades de dança em meio a uma aglomeração de pessoas.
As vítimas seguem internadas no Hospital Geral do Estado (HGE). A Polícia Civil agora busca identificar os ocupantes do veículo e pede que qualquer informação seja repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.



