O exame de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca no corpo da bebê de quatro meses, Isis Emanuelly Conceição Amorim, encontrada sem vida na residência da família na terça-feira, 21, descarta morte violenta, afastando a suspeita de crime que havia motivado a abertura de uma investigação policial. A confirmação foi divulgada nesta…
O exame de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca no corpo da bebê de quatro meses, Isis Emanuelly Conceição Amorim, encontrada sem vida na residência da família na terça-feira, 21, descarta morte violenta, afastando a suspeita de crime que havia motivado a abertura de uma investigação policial. A confirmação foi divulgada nesta quarta-feira, 22, pela assessoria do órgão.
Durante a análise técnica, realizada pelos peritos médicos-legistas Felipe Nunes e Edvaldo Castro, nenhum elemento que indicasse sinais externo de violência, indícios de asfixia ou qualquer obstrução das vias respiratórias foi encontrado. A possibilidadede de engasgo por leite também foi descartada. Embora essas hipóteses tenham sido afastadas, o laudo imediato sobre a causa do óbito permanece inconclusivo.
O médico-legista Felipe Nunes explicou que, em crianças com menos de um ano, casos de morte súbita de origem clínica são relativamente comuns. Ele ressaltou, porém, que não foram observados sinais evidentes de cardiopatia no exame macroscópico, embora diversas patologias clínicas possam levar a óbitos súbitos nessa faixa etária.
Para maior precisão científica, foi solicitado exame complementar de toxicologia, que ajudará a identificar se houve alguma causa externa não visível no exame macroscópico. O laudo definitivo, que integrará o inquérito policial, depende agora do resultado do exame complementar, que deve ser emitido nas próximas semanas.
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Entenda o caso
A morte de Isis Emanuelly ocorreu dentro da residência da família, no município de Palmeira dos Índios. A bebê chegou a ser levada a uma unidade hospitalar local na terça-feira, 21, onde o óbito foi formalmente constatado.
Devido à natureza da morte, o protocolo determinou o acionamento da Polícia Civil e o envio do corpo ao IML para uma análise detalhada, uma vez que casos com qualquer suspeita inicial são de responsabilidade da Polícia Científica. Após o procedimento pericial em Arapiraca, que descartou sinais de violência, o corpo foi liberado aos familiares para o sepultamento.



