A Polícia Civil de Alagoas informou, nesta quarta-feira (27), que já possui um suspeito no caso do desaparecimento de Maxsoell Ferreira dos Santos, de 34 anos, visto pela última vez há 16 dias, em Guaxuma. A informação foi divulgada no início desta tarde após familiares e amigos realizarem um protesto cobrando mais agilidade nas investigações….
A Polícia Civil de Alagoas informou, nesta quarta-feira (27), que já possui um suspeito no caso do desaparecimento de Maxsoell Ferreira dos Santos, de 34 anos, visto pela última vez há 16 dias, em Guaxuma. A informação foi divulgada no início desta tarde após familiares e amigos realizarem um protesto cobrando mais agilidade nas investigações.
De acordo com o delegado Robervaldo Davino, responsável pelo caso, diversas pessoas já foram ouvidas nos últimos dias. No entanto, o principal suspeito, que seria namorado da vítima, ainda não foi localizado pela polícia.
Polícia investiga desaparecimento de homem em Ipioca
As investigações indicam que o homem utilizava o cartão de crédito de um familiar de Maxsoell, acumulando dívidas elevadas. No dia do desaparecimento, a vítima teria marcado um encontro com o suspeito para cobrar os valores. Desde então, ambos desapareceram.
O delegado afirmou que espera que o suspeito se apresente espontaneamente antes que a Polícia Civil solicite a prisão dele à Justiça.
Na manhã desta quarta-feira (27), familiares e amigos de Maxsoell realizaram um protesto às margens da AL-101 Norte, em Ipioca, para pedir celeridade nas investigações e mais transparência sobre o andamento do caso.
Segundo Eliana, prima do desaparecido, Maxsoell foi visto pela última vez na noite do dia 12 de maio, após sair de casa para participar de uma festa de aniversário no bairro de Guaxuma. Ele teria utilizado um mototáxi e, em seguida, um carro por aplicativo até a frente de uma escola da região. Depois disso, não houve mais contato.
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A família registrou boletim de ocorrência logo após o desaparecimento, mas afirma que ainda não recebeu respostas concretas das autoridades.
“A família cobra mais agilidade na investigação policial. Já passamos informações sobre o iPhone dele, que poderia ser rastreado, mas até agora nada foi feito. Estamos há 16 dias sem respostas”, desabafou Eliana.
Ela também relatou que moradores informaram sobre um possível corpo em uma área de mata em Guaxuma. Os próprios familiares fizeram buscas no local após relatos de mau cheiro, mas nada foi encontrado.
Após o protesto, a Polícia Civil reforçou que as investigações seguem em andamento e orientou que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada por meio do Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido.



