Caso Henry Borel: veja quem ainda será ouvido em júri | Foto: Arquivo Pessoal
O julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros avança para etapas cruciais no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Após o encerramento dos depoimentos das testemunhas de acusação e de peritos técnicos, os trabalhos agora se concentram nas oitivas arroladas pelas defesas dos réus. O julgamento da morte…
O julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e Monique Medeiros avança para etapas cruciais no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Após o encerramento dos depoimentos das testemunhas de acusação e de peritos técnicos, os trabalhos agora se concentram nas oitivas arroladas pelas defesas dos réus. O julgamento da morte do menino de Henry Borel entra no sexto dia neste sábado (30).
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A sessão, presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro, tem previsão total de duração entre sete e dez dias.
TESTEMUNHAS DE DEFESA E PRÓXIMOS PASSOS
O cronograma de depoentes pendentes inclui nomes estratégicos indicados pelas bancas jurídicas de ambos os acusados. Pela defesa de Jairinho, são esperados os relatos de:
- Jairo Souza Santos (pai do ex-vereador)
- Fernanda Abidu Figueiredo
- Leonardo Tauil
- Roberto Souza
- Hewdy Ribeiro
- Miriam Costa
- Cristiane Izidoro
A lista da defesa de Monique Medeiros conta com sete convocados, priorizando o núcleo familiar e profissionais que conviviam com a criança. Devem ser ouvidos:
- Rosangela Medeiros (mãe de Monique)
- Bryan Medeiros (irmão)
- Thayna d Ferreira (ex-babá de Henry).
- Glauciane Dantas
- Ana Paula Pacheco
- Ari Mamede
- Marcia Eduarda Andrade Vieira
INTERROGATÓRIO DOS RÉUS E DEBATES FINAIS
Após a conclusão das oitivas de todas as testemunhas, o rito processual prevê o interrogatório de Jairinho e Monique Medeiros. Este será o momento em que os réus poderão apresentar suas versões sobre os fatos ocorridos em março de 2021.
Jairinho é acusado de ser o autor das agressões que resultaram em 23 lesões e na morte do menino, enquanto Monique responde por homicídio por omissão, sob a tese de que tinha conhecimento das agressões e não agiu para evitá-las.
Encerrados os interrogatórios, o julgamento entra na fase de debates orais entre o Ministério Público e os advogados de defesa. A decisão final caberá ao Conselho de Sentença, composto por sete jurados, que votará pela condenação ou absolvição dos réus.
Em caso de condenação com pena superior a 15 anos, a Justiça pode determinar a prisão imediata dos acusados ainda no plenário.



