segunda-feira, junho 8, 2026
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Bruno Guimarães lamenta corte de Wesley e fala de Éderson


Foto: Reprodução/Youtube

A cinco dias da estreia da seleção na Copa do Mundo, as atenções se voltaram para o esquema tático que Carlo Ancelotti adotará contra Marrocos, sábado, em Nova Jersey. A principal questão envolve o meio de campo, que pode ter dois ou três homens. Titular da posição e um dos homens de confiança do técnico…

A cinco dias da estreia da seleção na Copa do Mundo, as atenções se voltaram para o esquema tático que Carlo Ancelotti adotará contra Marrocos, sábado, em Nova Jersey. A principal questão envolve o meio de campo, que pode ter dois ou três homens.

Titular da posição e um dos homens de confiança do técnico italiano, Bruno Guimarães lamentou o corte do lateral-direito Wesley por lesão, e ressaltou que o volante Ederson, seu substituto, pode reforçar o meio-campo e ser aproveitado em mais de uma função.

— Todos receberam a notícia (do corte de Wesley) com muita tristeza. Estar em uma Copa é o ápice da nossa carreira. Desejar ao Wesley uma pronta recuperação. E aproveitar e desejar boa sorte ao Ederson. Ederson é um cara que pode jogar em mais de uma função. É um grande jogador — afirmou Guimarães.

Com a convocação de Ederson, Ancelotti passa a ter seis meio-campistas de origem — somando-se a Casemiro, Fabinho, Lucas Paquetá, Danilo Santos e o próprio Bruno Guimarães —, o que aumenta a expectativa de que o treinador italiano adote uma formação inicial 4-3-3. Até então, a seleção vinha sinalizando que adotaria o 4-2-4, com um quarteto ofensivo formado por Raphinha, Luiz Henrique, Vinicius Jr. e Matheus Cunha.

Questionado sobre a possibilidade de a seleção brasileira ter um jogador a mais no meio-campo, o camisa 8 avaliou que a formação usada contra o Egito, com três jogadores no setor, traz diferenças ofensivas e defensivas em relação ao esquema com apenas ele e Casemiro, usado contra o Panamá:

— Nesse último jogo tivemos muito mais dinâmicas de um-dois, de tabelas. (…) Para atacar o 4-2-4 te dá mais opções, mas ao mesmo tempo o time fica mais direto. Acho que nesse jogo (contra o Egito), comparando ao jogo contra o Panamá, a gente defendeu melhor também. O gol foi uma infelicidade nossa, eles não produziram para fazer gol na gente — comparou.

Na entrevista coletiva, Guimarães elogiou a seleção do Marrocos, adversária da estreia, e afirmou que o atual elenco — liderado por Hakimi, Brahim Diaz e companhia — é “uma das melhores gerações deles”.

O volante aproveitou também para cutucar declarações de ex-jogadores que apontaram o Brasil como uma espécie de “azarão” nesta Copa:

— Muita gente faz coisa para aparecer. O Brasil em qualquer competição é um dos favoritos. Ninguém tem cinco estrelas no peito. Temos grandes jogadores brilhando nos maiores clubes do mundo, então é preciso dar o devido respeito à nossa seleção e aos nossos jogadores. Dentro de campo tudo pode acontecer, não significa que o favorito vá ganhar, mas estamos no bolo ali — afirmou Guimarães.





Fonte: Alagoas 24h

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