O mais recente relatório de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) aponta que 15 trechos do litoral alagoano estão impróprios para banho nesta semana. As amostras da água foram coletadas entre os dias 21 e 22 deste mês, abrangendo pontos que vão do Pontal do Peba, no litoral sul, até Maragogi,…
O mais recente relatório de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) aponta que 15 trechos do litoral alagoano estão impróprios para banho nesta semana.
As amostras da água foram coletadas entre os dias 21 e 22 deste mês, abrangendo pontos que vão do Pontal do Peba, no litoral sul, até Maragogi, no litoral norte.
De acordo com o levantamento, dois trechos devem ser evitados no litoral sul: a Prainha do Rio São Francisco, localizada na Avenida Beira Rio, no Centro, e o Rio Niquim, na Barra de São Miguel, em um ponto situado a cerca de 300 metros da foz.
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Maceió concentra o maior número de locais considerados inadequados para banho. Dos 20 pontos analisados na capital, nove apresentaram condições impróprias. As áreas afetadas estão distribuídas entre os bairros de Pajuçara, Jatiúca, Ponta Verde e Cruz das Almas.
Já no litoral norte, quatro pontos foram classificados como impróprios, localizados nos municípios de Porto de Pedras e Maragogi.
O IMA também alerta a população para evitar áreas sob influência de florações de algas em qualquer período do ano, especialmente nos trechos entre a Praia da Avenida e o bairro do Sobral, onde esse tipo de ocorrência pode representar riscos à saúde.
A classificação segue critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Conforme a norma, uma praia é considerada própria quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores, os níveis da bactéria Escherichia coli permanecem abaixo de 800 NMP (Número Mais Provável) por 100 mililitros de água.
Já o local que é classificado como impróprio não atende a esse padrão ou a análise mais recente aponta concentração superior a 2.000 NMP da bactéria por 100 mililitros de água.



