A Casa do Autista, em Maceió, tem se firmado como um dos principais pontos de apoio para famílias de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O serviço vem alterando a rotina de quem convive diariamente com os desafios do cuidado, oferecendo acompanhamento contínuo e suporte também para pais e responsáveis. ACOMPANHE O…
A Casa do Autista, em Maceió, tem se firmado como um dos principais pontos de apoio para famílias de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O serviço vem alterando a rotina de quem convive diariamente com os desafios do cuidado, oferecendo acompanhamento contínuo e suporte também para pais e responsáveis.
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Com uma estrutura voltada ao atendimento integrado, a unidade reúne profissionais de diversas áreas, como neuropediatria, psiquiatria infantil, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, psicopedagogia, pedagogia, nutrição e assistência social. Além disso, terapias complementares como musicoterapia e aquaterapia ampliam as possibilidades de desenvolvimento dos pacientes.
De acordo com a direção da unidade, o foco é oferecer um atendimento humanizado, com base em evidências e adaptado às necessidades individuais de cada paciente. A gestão é feita pelo Maceió Saúde, organização social responsável também pela administração do Hospital da Cidade.
Como ter acesso à Casa do Autista
Apesar da alta procura, o acesso ao serviço segue um fluxo definido pela Secretaria Municipal de Saúde. O primeiro passo é reunir a documentação necessária e dar entrada no processo administrativo.
Confira o passo a passo:
- Separar os documentos obrigatórios:
RG e CPF da criança ou adolescente
Cartão do SUS
Comprovante de residência
Encaminhamento médico
Documentos do responsável legal
- Protocolar o pedido:
A documentação deve ser entregue no Setor de Protocolo da Secretaria Municipal de Saúde, localizado na Avenida Fernandes Lima, nº 2335, no bairro Farol.
- Aguardar análise técnica:
Após a abertura do processo, a equipe especializada realiza a avaliação e a regulação do caso.
- Critérios de prioridade:
Têm prioridade pacientes que ainda não recebem atendimento na rede pública, como nos Centros Especializados em Reabilitação (CER), ou que aguardam na fila da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência.
- Encaminhamento ou fila de espera:
Os atendimentos são liberados de forma gradual, conforme a capacidade da unidade. Quando a demanda é maior que a oferta, o paciente permanece em lista de espera.



