quinta-feira, julho 9, 2026
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Mãe de menino de três anos morto após ser espancado pelo pai também é presa; polícia investiga omissão


Mãe de menino de três anos morto após ser espancado pelo pai é presa por omissão, afirma polícia — Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Civil prendeu preventivamente, nesta quinta-feira (9), Mayanna Angelina Rodgers, mãe do menino Oliver Golden Grayson, de três anos, que morreu após ser espancado pelo pai, Dandre Jermaine Grayson, em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a Polícia, ela foi presa por omissão. Oliver teve morte cerebral confirmada na noite de quarta-feira (8). A criança…

A Polícia Civil prendeu preventivamente, nesta quinta-feira (9), Mayanna Angelina Rodgers, mãe do menino Oliver Golden Grayson, de três anos, que morreu após ser espancado pelo pai, Dandre Jermaine Grayson, em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a Polícia, ela foi presa por omissão.

Oliver teve morte cerebral confirmada na noite de quarta-feira (8). A criança estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital de Pronto Socorro (HPS) da capital. Na manhã desta quinta, com autorização da própria mãe, houve a captação dos órgãos do menino para doação.

O pai da criança, que é missionário e norte-americano, está preso preventivamente desde domingo (5). Em depoimento à polícia, ele confessou ter agredido o filho com socos e batido a cabeça do menino contra o chão porque a criança não lhe deu “bom dia”.

Antes da prisão de Mayanna, a investigação apurava se ela também era vítima de violência doméstica. A polícia havia, inclusive, solicitado uma medida protetiva para a mulher. A família vive no Brasil há nove anos e morava no distrito de Águas Claras, no interior de Viamão, há cerca de seis meses.

Os outros quatro filhos do casal, com idades entre um e nove anos, foram encaminhados para acolhimento institucional por determinação do Conselho Tutelar. A polícia investiga registros de agressões anteriores contra as três crianças mais velhas em outros dois estados brasileiros.

O g1 tenta contato com a defesa, que não havia sido localizada até a última atualização desta reportagem.





Fonte: Alagoas 24h

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