Severina Célia da Silva, de 67 anos.
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) identificou e já ouviu os dois suspeitos de envolvimento no disparo de arma de fogo que provocou a morte da idosa Severina Célia da Silva, de 67 anos. O crime ocorreu na tarde da última sexta-feira (14), no bairro do Santos Dumont, parte alta da capital. Em entrevista à…
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) identificou e já ouviu os dois suspeitos de envolvimento no disparo de arma de fogo que provocou a morte da idosa Severina Célia da Silva, de 67 anos. O crime ocorreu na tarde da última sexta-feira (14), no bairro do Santos Dumont, parte alta da capital.
Em entrevista à TVPajuçara o delegado David Dias confirmou que o veículo utilizado no momento dos disparos e os suspeitos foram identificados com o auxílio de câmeras de monitoramento da região.
Fato e apuração
No momento do ocorrido, Dona Severina estava na porta de sua residência, na Avenida Rosalvo Borges da Silva quando foi atingida.
De início, a família acreditou que a idosa teria apenas sofrido uma queda no asfalto. Contudo, após o socorro e a realização de um exame de radiografia no Hospital Geral do Estado (HGE), os médicos constataram a presença de um projétil de arma de fogo na região da cabeça.
Apesar do atendimento médico, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias depois.
ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM
Durante as diligências realizadas pela Polícia Civil os agentes localizaram o veículo utilizado no momento da ação, um Jeep Compass, e conduziram os dois ocupantes à delegacia.
Segundo as versões apresentadas em oitiva preliminar, o condutor do veículo afirmou ser proprietário da arma utilizada, enquanto o passageiro admitiu ter efetuado disparos e alegou que o tiro que atingiu a vítima ocorreu de forma acidental. A versão que passa por apuração técnica.
Na mesma ocasião, a equipe policial apreendeu a arma de fogo usada no crime, confirmando que um dos envolvidos possui registro como Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador (CAC) e detinha a posse legal do equipamento.
Com o óbito, o caso, inicialmente registrado como tentativa de homicídio, passou a ser investigado como homicídio consumado.
A Unidade de Homicídios do 1º Segmento dará prosseguimento às investigações ouvindo testemunhas oculares e realizando perícias para esclarecer a real motivação do crime e determinar se houve dolo (intenção de matar) ou disparo acidental.



