sábado, agosto 22, 2026
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Cinco membros do ‘tribunal do crime’ são condenados por torturar e matar catadora de recicláveis em BH


Vítima foi torturada e morta em BH | Vítima foi torturada e morta em BH

Cinco homens foram condenado pela morte de uma catadora de 33 anos de materiais recicláveis em Belo Horizonte. O caso aconteceu em setembro de 2024 e a mulher foi morta pelo grupo em uma espécia de “tribunal do crime”, após ser acusada de ter furtado um carregador de pistola. Fernanda Gonçalves do Vale foi agredida com socos, e…

Cinco homens foram condenado pela morte de uma catadora de 33 anos de materiais recicláveis em Belo Horizonte. O caso aconteceu em setembro de 2024 e a mulher foi morta pelo grupo em uma espécia de “tribunal do crime”, após ser acusada de ter furtado um carregador de pistola.

Fernanda Gonçalves do Vale foi agredida com socos, e chutes, arrastada por cerca de 20 metros, torturada e, depois de morta, teve o corpo lançado em uma ribanceira.

O caso chegou a Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri, por meio do Ministério Público da capital mineira.

Em julgamento Edinelson Francisco da Silva, Richellmen Hayllander Fonseca da Silva, Eder Rayllander de Jesus da ConceiçãoYuri Thiago da Silva Maia e Maicon Breno Fernandes dos Santos Reis foram condenados a penas que variam de 15 a 24 anos de prisão, todas em regime fechado.

De acordo com a denúncia do MPMG, no dia do crime, quatro dos réus espancaram a vítima em uma área de lote vago. Após o primeiro ataque, eles a levaram a outro local, onde o homicídio foi consumado com novos golpes. O corpo foi abandonado em local ermo.

A denúncia aponta que a determinação ocorreu para que a mulher não delatasse os agressores sobre a sessão de espancamento sofrida.

Na sentença, a juíza destacou a extrema violência empregada pelos condenados, ressaltando que Fernanda foi espancada de diversas formas, humilhada, arrastada pelas ruas e lançada na ribanceira.

Segundo a Sejusp, três homens estão detidos no Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte, e o outro está preso em Congonhas.

O g1 tentou contato com a defesa dos acusados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.





Fonte: Alagoas 24h

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