Defesa contesta versão sobre atropelamento que matou adol escente em Maceió | Foto: Cortesia
O atropelamento que matou o adolescente Ruan Wilson de Lima Silva, de 15 anos, em Maceió, entrou em uma nova etapa de apuração após a defesa do motorista envolvido contestar algumas informações divulgadas sobre o caso. Em manifestação nessa sexta-feira (28), o advogado Luiz Lessa pediu cautela enquanto a investigação ainda está no início. LEIA…
O atropelamento que matou o adolescente Ruan Wilson de Lima Silva, de 15 anos, em Maceió, entrou em uma nova etapa de apuração após a defesa do motorista envolvido contestar algumas informações divulgadas sobre o caso. Em manifestação nessa sexta-feira (28), o advogado Luiz Lessa pediu cautela enquanto a investigação ainda está no início.
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Ruan morreu na noite de terça-feira (25), depois de ser atropelado na Avenida Durval de Góes Monteiro. O adolescente estava de bicicleta e atravessava a via quando foi atingido por um carro.
Segundo a defesa, o motorista Niraldo Paulo Marcelino permaneceu no local após a colisão e depois foi levado por policiais até a Central de Flagrantes. O advogado também contestou a informação de que Niraldo teria chegado à delegacia cerca de duas horas após o atropelamento.
Além disso, a defesa afirma que há vídeos gravados depois do acidente que podem ajudar a esclarecer como ocorreu a colisão. O advogado também questiona se Ruan estava sobre a faixa de pedestres no momento do impacto. Essa informação ainda será analisada durante a investigação.
Em depoimento registrado na madrugada de quarta-feira (26), Niraldo afirmou que o trecho estava escuro e que não teria visto o adolescente atravessando a avenida de bicicleta.
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Agora, a investigação deve reunir imagens, depoimentos e outros elementos para esclarecer as circunstâncias do atropelamento e verificar as responsabilidades pelo caso.
Ruan foi velado e sepultado na quinta-feira (27), em Palmeira dos Índios. Durante o sepultamento, o pai do adolescente, Pedro Wilson, pediu justiça e questionou o fato de o motorista continuar em liberdade.
A defesa, por outro lado, afirma que a análise das testemunhas e das imagens deve ocorrer antes de qualquer conclusão sobre a responsabilidade de Niraldo no atropelamento.



