sexta-feira, outubro 9, 2026
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Faturamento do turismo no Brasil bate recorde e pode chegar a R$ 300 bilhões em 2026


Capelinha de Jaraguá. Foto: Jonathan Lins/ Arquivo Secom Maceió

O turismo no Brasil cresceu no primeiro semestre e registrou um faturamento recorde de R$ 25,5 bilhões em julho, maior valor já registrado para o mês desde 2012. De acordo com um levantamento da FecomercioSP, com dados do IBGE, entre janeiro e julho, o setor avançou 3,4% na comparação com o mesmo período do ano…

O turismo no Brasil cresceu no primeiro semestre e registrou um faturamento recorde de R$ 25,5 bilhões em julho, maior valor já registrado para o mês desde 2012.

De acordo com um levantamento da FecomercioSP, com dados do IBGE, entre janeiro e julho, o setor avançou 3,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, com um faturamento de R$ 168,8 bilhões, também o maior valor já registrado nesse período.

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O transporte aéreo de passageiros foi a atividade que liderou os gastos, com R$ 8,1 bilhões. A demanda por voos domésticos subiu 4% e o crescimento do número de passageiros foi de 2,4%.

Depois das companhias aéreas, os meios de hospedagem tiveram a segunda maior participação no resultado: faturaram cerca de R$ 5,6 bilhões em julho, mas houve queda de 1,4% na comparação anual.

Ainda segundo os dados, na análise regional, 16 estados e o Distrito Federal registraram alta no período, enquanto 10 sofreram queda.

São Paulo manteve a liderança nacional, com faturamento de aproximadamente R$ 7 bilhões, equivalente a cerca de 40% do total do país.

No entanto foi a Bahia que apresentou a maior variação porcentual entre os estados, com alta de 18,7% e receita de R$ 759 milhões.

Até o final do ano, pelas estimativas da FecomercioSP, o crescimento irá continuar. A expectativa é de um aumento de 4% no faturamento do Turismo em 2026, com o total anual se aproximando de R$ 300 bilhões, um patamar inédito para o setor.

Questionada sobre os motivos que levaram a esses recordes, a entidade aponta uma combinação de fatores: o mercado de viagens corporativas aquecido e a valorização crescente do turismo de lazer.

“Sobretudo no pós-pandemia, viajar se tornou um desejo cada vez mais presente entre as famílias. Por isso, mesmo diante de um orçamento mais apertado, o turismo acaba sendo priorizado. E há uma capacidade muito grande de adaptação: se uma passagem aérea para um destino mais distante fica cara, a família pode optar por uma viagem mais próxima, de carro ou com veículo alugado, reduzindo distâncias ou escolhendo uma hospedagem mais perto”, afirma Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP.





Fonte: Alagoas 24h

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