terça-feira, março 17, 2026
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Acusado de “Massacre na Praça Central” é condenado a mais de 21 anos de prisão


Réu matou duas pessoas e feriu outras três por causa de R$ 1,50. Foto: MPE

Marcelo de Souza Lins foi condenado por matar duas pessoas e ferir outras no ataque ocorrido na cidade de Satuba, que ficou conhecido como Massacre da Praça Central. O crime ocorreu em junho de 2003, durante uma festa de São João. As vítimas assassinadas foram Edmilson Clemente e Fernando Clemente Lisboa, além da tripla tentativa…

Marcelo de Souza Lins foi condenado por matar duas pessoas e ferir outras no ataque ocorrido na cidade de Satuba, que ficou conhecido como Massacre da Praça Central. O crime ocorreu em junho de 2003, durante uma festa de São João. As vítimas assassinadas foram Edmilson Clemente e Fernando Clemente Lisboa, além da tripla tentativa de homicídio contra Edilson Clemente, Eliane da Conceição Souza e Anderson Francisco de Melo.

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O julgamento ocorreu no último dia 28 e antes de ser julgado, Marcelo de Souza Lins já estava custodiado no sistema penitenciário de São Paulo, acusado de crime de assalto.

“As vítimas estavam numa tradicional festa de São João no município de Satuba, na madrugada de 26 de junho de 2003, quando foram surpreendidas pelos tiros de Marcelo, um episódio que gerou grande comoção à época. Os crimes ocorreram porque Edilson, que sobreviveu à tragédia, autorizou o sobrinho, Anderson, a pegar um refrigerante na barraca de Marcelo. Quando a vítima foi efetuar o pagamento, a irmã do réu informou que não teria troco para R$ 50,00, uma vez que o débito era de apenas R$ 11,50, motivo que fez Edilson pagar R$ 10,00 e avisar que, dali a pouco, entregaria o restante do valor, ou seja, R$ 1,50. Quando soube do ocorrido, Marcelo se dirigiu até Edilson e efetuou os disparos contra ele e as demais pessoas que estavam ao seu redor, o que resultou nas mortes de dois indivíduos e no ferimento de outros três inocentes”, detalhou o promotor Magno Alexandre.

Familiares das vítimas acompanharam todo o júri e, ao final dos trabalhos, agradeceram o Ministério Público pela atuação que resultou na condenação de Marcelo de Souza Lins.

Após a aplicação da dosimetria, feita pela juíza Veridiana de Oliveira, a pena definitiva foi fixada em 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.





Fonte: Alagoas 24h

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