sexta-feira, março 27, 2026
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Cirurgia de alta complexidade no Hospital Metropolitano trata paciente com suspeita de câncer de tireóide


Ascom Hospital Metropolitano de AL

O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, executou mais um procedimento de alta complexidade na área de cabeça e pescoço. Desta vez, a equipe acompanhou uma tireoidectomia total – cirurgia para retirada completa da glândula tireóide – em uma paciente com suspeita de câncer. De acordo com a cirurgiã de cabeça e pescoço, Ana…

O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, executou mais um procedimento de alta complexidade na área de cabeça e pescoço. Desta vez, a equipe acompanhou uma tireoidectomia total – cirurgia para retirada completa da glândula tireóide – em uma paciente com suspeita de câncer.

De acordo com a cirurgiã de cabeça e pescoço, Ana Carolina Pastl, o caso exigiu atenção redobrada desde o início. “Além da suspeita de malignidade, a paciente apresentava uma tireóide aumentada, o que torna o procedimento ainda mais delicado”, explica.

Antes da cirurgia, é essencial uma avaliação criteriosa do quadro clínico. Exames laboratoriais, cardiológicos e de imagem ajudam a analisar a função da tireoide e a natureza dos nódulos, orientando a conduta médica.

Já no centro cirúrgico, o trabalho integrado da equipe é fundamental. O anestesista tem papel importante no manejo da via aérea e na segurança do paciente durante todo o procedimento, permitindo que a cirurgia seja feita com precisão.

 

Após a retirada da glândula, o cuidado continua. A paciente permanece internada por um a dois dias para observação e recebe alta com orientações específicas para o pós-operatório. O retorno ambulatorial acontece entre uma e duas semanas.

Um dos pontos mais importantes do acompanhamento é o resultado do exame anatomopatológico, que confirma se a lesão é benigna ou maligna. Essa avaliação costuma ser feita entre 30 e 60 dias após a cirurgia.

Com a retirada da tireoide, o organismo deixa de produzir hormônios essenciais, tornando necessária a reposição por meio de medicação. “O paciente passa a fazer uso contínuo de levotiroxina, com acompanhamento regular para ajuste da dose”, destaca a especialista.

 

Além disso, cuidados com a cicatriz e o acompanhamento com cirurgião de cabeça e pescoço ou endocrinologista fazem parte da recuperação, garantindo mais qualidade de vida ao paciente.





Fonte: Alagoas 24h

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