Elefante-marinho chegou à praia de Maceió. Foto: Cortesia/Instituto Biota
O elefante-marinho Leôncio, que vinha encantando moradores do litoral alagoano desde o dia 11 de março, foi encontrado morto no final da tarde desta terça-feira (31) no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia. O Instituto Biota de Conservação confirmou o achado e deslocou equipe ao local para recuperar o corpo e investigar se…
O elefante-marinho Leôncio, que vinha encantando moradores do litoral alagoano desde o dia 11 de março, foi encontrado morto no final da tarde desta terça-feira (31) no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia. O Instituto Biota de Conservação confirmou o achado e deslocou equipe ao local para recuperar o corpo e investigar se se trata do mesmo animal, além de apurar as causas do óbito.
Leôncio ganhou destaque após aparecer em diversas praias do litoral alagoano, incluindo áreas urbanas movimentadas como a Praia de Ponta Verde, em Maceió. Com aproximadamente dois metros de comprimento e meia tonelada, o animal percorreu cerca de 20 quilômetros, passando por locais como Carro Quebrado, Barra de Santo Antônio, Paripueira e Jequiá-da-Praia.
A orientação das autoridades sempre foi manter distância, já que apesar de aparentemente tranquilo, o elefante-marinho poderia reagir se estressado, reforçando que a interação com humanos poderia prejudicar o bem-estar do animal e representar riscos à saúde pública.
Durante o período em que esteve nas praias, Leôncio mobilizou uma força-tarefa integrada de biólogos, veterinários do IMA/AL, Ibama, ICMBio, Ufal e do Batalhão de Polícia Ambiental, que monitoraram seu deslocamento e asseguraram o isolamento da área para garantir a segurança do animal e das pessoas.
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O animal juvenil, que vinha em processo de migração, descansava nas praias para recuperar energia após longas travessias oceânicas.
Agora, a equipe do Biota busca determinar o motivo da morte do elefante-marinho, encerrando o monitoramento de um dos eventos mais raros e curiosos já registrados no litoral alagoano.



