sexta-feira, março 13, 2026
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EUA dizem ter matado militar iraniano que, segundo Pentágono, tentou assassinar Trump


O presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O Pentágono anunciou nesta quarta-feira (4) que as Forças Armadas dos Estados Unidos mataram um oficial iraniano que chefiava uma unidade envolvida em um suposto plano de assassinato contra o presidente norte-americano, Donald Trump. O anúncio da morte do oficial iraniano foi feito pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth. Hegseth, que não divulgou a…

O Pentágono anunciou nesta quarta-feira (4) que as Forças Armadas dos Estados Unidos mataram um oficial iraniano que chefiava uma unidade envolvida em um suposto plano de assassinato contra o presidente norte-americano, Donald Trump.

O anúncio da morte do oficial iraniano foi feito pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth. Hegseth, que não divulgou a identidade do militar, mas afirmou que a morte ocorreu na terça (3).

“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, e o presidente Trump deu a última risada”, disse Hegseth, durante pronunciamento no 5º dia da guerra no Oriente Médio entre Irã e EUA e Israel.

Em 2024, o Departamento de Justiça dos EUA acusou um iraniano por conexão com um suposto plano ordenado pela Guarda Revolucionária do Irã para assassinar Trump, então presidente eleito dos EUA.

Teerã negou as acusações de que teria como alvo Trump e outros funcionários americanos.

Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth.  — Foto: REUTERS/Elizabeth FrantzSecretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth. — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

Não era o foco, mas virou alvo

O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, esclareceu nesta quarta (4) que o iraniano supostamente envolvido no complô não era o foco da operação de EUA e Israel contra o Irã.

“Embora esse não fosse o foco do esforço de forma alguma — na verdade, nunca foi mencionado pelo presidente ou qualquer outra pessoa — eu garanti, e outros garantiram, que os responsáveis ​​por isso fossem eventualmente incluídos na lista de alvos”, disse Hegseth a repórteres.





Fonte: Alagoas 24h

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