Foto Walisson Vieira/Ascom Alurb
O que deveria ser um marco na recuperação ambiental do Riacho Salgadinho e dos canais em Maceió transformou-se em um boletim de ocorrência em tempo recorde. Apenas 72 horas após a Autarquia de Limpeza Urbana (Alurb) finalizar a instalação das chamadas “Ecobarreiras”, o projeto foi sabotado por criminosos no Vale do Reginaldo. ACOMPANHE O ALAGOAS…
O que deveria ser um marco na recuperação ambiental do Riacho Salgadinho e dos canais em Maceió transformou-se em um boletim de ocorrência em tempo recorde. Apenas 72 horas após a Autarquia de Limpeza Urbana (Alurb) finalizar a instalação das chamadas “Ecobarreiras”, o projeto foi sabotado por criminosos no Vale do Reginaldo.
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Na tarde dessa terça-feira (10), técnicos do órgão constataram que um dos equipamentos, essencial para impedir que toneladas de resíduos sólidos cheguem às praias da capital, teve bombonas e cordas furtadas. A ação criminosa desestabilizou a estrutura flutuante, anulando o “cinturão de proteção” que havia sido concluído no último sábado (7).
Trabalho jogado fora?
Após o furto, o esforço das equipes, que começou na quinta-feira (5) e percorreu os canais do Sapo e Gulandi, além de pontos estratégicos do Riacho Salgadinho, foi interrompido. O diretor-presidente da Alurb, Moacir Teófilo, classificou o episódio como lamentável.
“Uma pena que em tão pouco tempo uma iniciativa como esta já tenha sofrido com vandalismo. Precisamos de um trabalho conjunto, população e poder público, pois não adianta somente um lado fazer a sua parte. Atitudes como esta prejudicam a sociedade como um todo”, afirmou o gestor.
Consequências Legais
A Alurb já anunciou que planeja a manutenção emergencial do equipamento para restabelecer o funcionamento do sistema. No entanto, o caso não deve ficar impune. Isso porque, o vandalismo contra bens da União, Estado ou Município é crime previsto no Artigo 163 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode envolver detenção e multa.



