quinta-feira, março 12, 2026
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Polícia investiga venda de armas produzidas em impressoras 3D


Algumas das armas produzidas em impressoras 3D — Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandados de busca e apreensão, nesta quinta-feira (12), em Belo Horizonte, Betim e São José da Lapa, na Região Metropolitana, durante a Operação Shadowgun, que investiga um esquema interestadual de produção e comercialização ilegal de armas fabricadas por impressão 3D. A PCMG não detalhou qual era a participação de Minas Gerais no esquema. A…

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandados de busca e apreensão, nesta quinta-feira (12), em Belo HorizonteBetim e São José da Lapa, na Região Metropolitana, durante a Operação Shadowgun, que investiga um esquema interestadual de produção e comercialização ilegal de armas fabricadas por impressão 3D.

A PCMG não detalhou qual era a participação de Minas Gerais no esquema.

A investigação principal é conduzida pela Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro(MPRJ). Segundo a PCRJ, 4 homens foram presos, entre eles o apontado chefe da quadrilha, encontrado em Rio das Pedras, em São Paulo.

Os agentes saíram para cumprir 5 mandados de prisão e 36 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio e em outros 9 estados. Todos os procurados foram denunciados pelo MPRJ.

Onde os mandados são cumpridos

  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraíba
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Sul
  • Roraima
  • Santa Catarina
  • São Paulo

Como o esquema funcionava

 

A investigação identificou uma organização criminosa dedicada ao desenvolvimento, produção e comércio de armas de fogo e acessórios fabricados com impressoras 3D, conhecidas internacionalmente como “ghost guns” ou “armas fantasmas”.

Segundo a PC, esses armamentos não têm numeração de série e podem ser produzidos com equipamentos relativamente acessíveis, o que dificulta o rastreamento e aumenta os riscos à segurança pública.

De acordo com os investigadores, os integrantes do grupo utilizavam a internet para compartilhar arquivos digitais, manuais de montagem e instruções de fabricação clandestina, permitindo que outras pessoas reproduzissem as armas ilegalmente.





Fonte: Alagoas 24h

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