terça-feira, março 24, 2026
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Por que amassar uma borboleta, misturar com água e injetar pode ser fatal? Entenda o caso de garoto que morreu na Bahia



Entre os exemplos mais conhecidos está a borboleta-monarca, cujas lagartas se alimentam de algodão-de-seda e acumulam compostos tóxicos que afastam predadores.

No entanto, a quantidade dessas toxinas costuma ser MUITO PEQUENA a para representar um risco grave à saúde humana, especialmente por meio de uma injeção acidental.

“As borboletas têm uma biologia complexa, e os fluidos presentes em seus corpos não foram estudados de forma aprofundada quanto à toxicidade para seres humanos”, explica o professor Marcelo Duarte, diretor do Museu de Zoologia da USP e especialista em borboletas e mariposas (lepidoptera).

Por isso, o grande problema aqui é o fato de que a introdução de qualquer líquido não estéril (sem tratamento adequado para o uso no corpo humano) pode causar infecções graves, especialmente quando há contato com a corrente sanguínea.

“Ao injetar uma substância desconhecida, a pessoa corre o risco de ter reações alérgicas severas, infecções e, em alguns casos, complicações fatais”, complementa Duarte.



TNH1

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