Agentes do órgão podem realizar vistoria e orientar moradores. População pode acionar o órgão ligando 199 | Foto: Asom Defesa Civil Maceió
A Defesa Civil de Maceió alerta para a importância da manutenção adequada de fossas sépticas, especialmente em áreas que não possuem ligação com rede de esgotamento sanitário, destacando que o manejo incorreto desses sistemas pode causar infiltrações no solo, contaminação ambiental e até comprometer a estabilidade do terreno. Com o aumento das chuvas, o risco…
A Defesa Civil de Maceió alerta para a importância da manutenção adequada de fossas sépticas, especialmente em áreas que não possuem ligação com rede de esgotamento sanitário, destacando que o manejo incorreto desses sistemas pode causar infiltrações no solo, contaminação ambiental e até comprometer a estabilidade do terreno.
Com o aumento das chuvas, o risco se intensifica, já que o solo encharcado reduz a capacidade de absorção e pode provocar o transbordamento das fossas, favorecendo a infiltração de efluentes e agravando processos de instabilidade, além de representar riscos à saúde pública devido à contaminação da água e do solo.
Quais cuidados devem ser tomados
A adoção de medidas preventivas é essencial para garantir o funcionamento adequado da fossa séptica e evitar riscos ao solo, à estrutura do terreno e à saúde da população, especialmente durante o período chuvoso, quando o sistema pode ser mais facilmente comprometido. Entre as principais recomendações estão:
- Realização de limpezas periódicas por empresas especializadas;
- A vedação adequada da estrutura para evitar infiltrações;
- Observar constantemente os sinais de fissuras, rebaixamento do solo e mau cheiro vindo do ralo.
“A manutenção periódica das fossas por um profissional habilitado é fundamental não apenas para a saúde, mas também para a segurança da residência”, destaca Abelardo Nobre, coordenador-geral da Defesa Civil de Maceió.
A Defesa Civil reforça que, ao identificar qualquer irregularidade, a população deve buscar orientação técnica e evitar intervenções improvisadas, especialmente em áreas de risco, onde o impacto pode ser ampliado pelas condições do terreno.
O órgão reforça que, de acordo com Lei Municipal nº 5.593/2007, o proprietário é responsável integralmente pela manutenção das condições de estabilidade, segurança e salubridade do imóvel, suas edificações e equipamentos, bem como pela observância das prescrições desta Lei e da legislação federal, estadual e municipal correlatas.



