A médica ginecologista Ianara Lemos apresentou evolução em seu quadro clínico e saiu do coma induzido nesta terça-feira, 4, após uma semana de internação em um hospital da rede privada de Maceió. Ela acabou atingida em cheio por uma motocicleta no último dia 28 de julho, quando tentava atravessar um trecho da Avenida Fernandes Lima,…
A médica ginecologista Ianara Lemos apresentou evolução em seu quadro clínico e saiu do coma induzido nesta terça-feira, 4, após uma semana de internação em um hospital da rede privada de Maceió. Ela acabou atingida em cheio por uma motocicleta no último dia 28 de julho, quando tentava atravessar um trecho da Avenida Fernandes Lima, no bairro Gruta de Lourdes, na parte alta da capital alagoana.
O condutor da moto fugiu do local sem prestar socorro e continua procurado pelas autoridades municipais e estaduais.
Impacto violento e fuga sem prestar socorro
O acidente aconteceu enquanto a médica realizava uma corrida e saía da calçada em direção ao canteiro central da via. Nesse instante, o motociclista — que transportava um passageiro na garupa — atingiu a ginecologista com força, arremessando-a contra o asfalto.
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Pessoas que testemunharam o atropelamento acionaram os serviços de emergência imediatamente. Inicialmente, as equipes socorristas conduziram a vítima para o Hospital Geral do Estado (HGE). Em seguida, devido à gravidade do impacto, os familiares providenciaram a transferência da médica para uma unidade hospitalar da rede privada, onde ela permanece sob cuidados intensivos.
Imagens de câmeras ajudam nas investigações
Imagens obtidas com exclusividade pela imprensa local registraram toda a dinâmica do atropelamento e confirmam a presença de duas pessoas na motocicleta no momento da colisão. A Polícia Civil de Alagoas utiliza o material audiovisual para mapear a rota de fuga e identificar o condutor responsável pelo crime de trânsito.
As autoridades reforçam que a população pode colaborar ativamente com o caso. Informações sobre o paradeiro ou a identidade do motociclista podem ser repassadas de forma anônima e gratuita por meio do Disque-Denúncia, pelo telefone 181.



