quarta-feira, agosto 19, 2026
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MPAL recebe denúncia e fiscaliza condições de comunidade acolhedora para dependentes químicos


A comunidade possui somente homens internos, entre eles alguns idosos com comorbidades e pouco contato com as famílias. A internação é voluntária conforme o regimento interno, isto é, o acolhido permanece no local somente pelo tempo que desejar, com duração máxima de seis meses, e a comunidade é financiada com recursos públicos repassados pelo Governo Federal.

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Quisemos verificar como os acolhidos são tratados e quais são as reais condições dessa comunidade. Após os relatórios técnicos minuciosos que vamos receber, é que vamos adotar as medidas cabíveis”, ressaltou a promotora de Justiça Jheise Gama.

Além da titular da 2ª PJ da cidade, participaram a promotora de Justiça Alexandra Beurlen, titular da 61ª Promotoria de Justiça da Capital e coordenadora o Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos e Direito Internacional (NUDDHI) do MPAL, técnicos do Corpo de Bombeiros Militar e da Vigilância Sanitária, a psicóloga Luciana Dantas Tenório e a assistente social Jediane Freitas da Silva, ambas do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), vinculado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (CAOP).

Todos deverão encaminhar, nos próximos dias, seus relatórios técnicos detalhados à promotora de Justiça Jheise Gama.





Fonte: Alagoas 24h

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