Adjane foi morta a tiros enquanto trabalhava
Elias José do Nascimento foi condenado a 37 anos de seis meses de prisão pelo assassinato brutal da ex-companheira, Adjane Araújo da Silva. O crime ocorreu em julho de 2025, na cidade de Teotônio Vilela. Adjane trabalhava como gari quando foi alvejada com três tiros em via pública e morreu. ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS…
Elias José do Nascimento foi condenado a 37 anos de seis meses de prisão pelo assassinato brutal da ex-companheira, Adjane Araújo da Silva. O crime ocorreu em julho de 2025, na cidade de Teotônio Vilela. Adjane trabalhava como gari quando foi alvejada com três tiros em via pública e morreu.
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Elias era ex-companheiro da vítima e se recusaria a aceitar o término do relacionamento. O julgamento ocorreu nessa quinta-feira (20), no fórum de Teotônio Vilela. Os jurados rejeitaram a absolvição do acusado e reconheceram a materialidade do fato, a autoria do crime e a incidência do feminicídio. O Conselho de Sentença admitiu ainda duas causas de aumento de pena: cometimento de crime em descumprimento de medidas protetivas e de forma a dificultar a defesa da vítima.
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No dia do crime, o assassino permaneceu em um bar nas proximidades do local de trabalho da vítima, aguardando o melhor momento para execução. Após o crime, Elias fugiu, sendo localizado 48 horas depois. Com ele, os policiais encontraram um revólver, munições e a quantia de R$ 20 mil. Em depoimento, o réu confessou o crime.
A pena deverá ser cumprida em regime inicialmente fechado. Na sentença, o magistrado determinou também o pagamento de indenização no valor de R$ 20 mil aos três filhos da vítima.




