Francisco Guilherme Gomes dos Santos, de apenas 15 anos
Moradores da região do Vergel do Lago, na periferia de Maceió, foram surpreendidos na tarde desta quinta-feira, 9, com a descoberta do corpo de um adolescente. A vítima, identificada como Francisco Guilherme Gomes dos Santos, de apenas 15 anos, estava desaparecida desde que saiu de casa para uma partida de futebol. Segundo os relatos iniciais,…
Moradores da região do Vergel do Lago, na periferia de Maceió, foram surpreendidos na tarde desta quinta-feira, 9, com a descoberta do corpo de um adolescente. A vítima, identificada como Francisco Guilherme Gomes dos Santos, de apenas 15 anos, estava desaparecida desde que saiu de casa para uma partida de futebol.
Segundo os relatos iniciais, o jovem se dirigiu ao conhecido “campo do botinha” para jogar bola com um grupo de amigos e, desde então, não retornou para a sua residência. Após intensas buscas, populares localizaram o corpo do rapaz em uma área de vegetação densa próxima à beira da lagoa.
Cortes profundos e investigação imediata
O cadáver do jovem apresentava um ferimento contundente e profundo na região do pescoço, o que aponta para um provável crime de homicídio violento. Equipes da Polícia Civil de Alagoas, sob o comando do delegado plantonista, e peritos do Instituto de Criminalística foram acionados para isolar a área e iniciar a coleta de evidências técnicas no local do achado.
A família do jovem expressou profundo choque e desespero com o desfecho do desaparecimento. Parentes próximos enfatizaram que Guilherme era considerado “um adolescente do bem”, sem histórico de envolvimento com drogas ou problemas graves na comunidade.
Linhas de apuração e denúncias
Apesar do perfil pacato defendido pelos familiares, surgiram elementos que devem guiar o trabalho de investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Imagens atribuídas à vítima circulavam recentemente em redes sociais e aplicativos de mensagens, mostrando o adolescente realizando supostos gestos de apologia a facções criminosas locais.
As forças de segurança de Alagoas pedem que qualquer testemunha ou morador que possua pistas sobre a dinâmica do crime colabore de forma totalmente anônima por meio do Disque-Denúncia 181. As ligações são gratuitas e o sigilo da identidade é protegido por lei.



