sexta-feira, outubro 9, 2026
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Aos 22 anos, filha de Giba se ‘aposenta’ do ataque nas quadras de vôlei para ser técnica: ‘Me encontrei’


Foto: Reprodução/Instagram

Filha das lendas do vôlei Giba e Cristina, Nicoll Pîrv teve a quem puxar quando decidiu usar seu 1,82m de altura para se tornar jogadora da modalidade que consagrou os pais. Aos 15 anos de idade já disputava até ligas internacionais. Mas hoje, aos 22 anos, a jovem decidiu viver a aposentadoria das funções dentro…

Filha das lendas do vôlei Giba e Cristina, Nicoll Pîrv teve a quem puxar quando decidiu usar seu 1,82m de altura para se tornar jogadora da modalidade que consagrou os pais. Aos 15 anos de idade já disputava até ligas internacionais. Mas hoje, aos 22 anos, a jovem decidiu viver a aposentadoria das funções dentro de quadra. Ela se encontrou em outro posto.

“Joguei três anos na Romênia, um ano no Marrocos e um ano no Flamengo, no Brasil, mas foi como técnica que me encontrei. Ter pais ídolos do vôlei foi um privilégio que me deu conhecimento e oportunidades, e hoje eu passo isso adiante”, disse Nicoll no Instagram.

Essa função tem sido o reencontro dela com o esporte, desde que decidiu parar de jogar em 2024. Na época, a então atleta ficou chateada pelo Flamengo não ter realizado a transferência dela na federação a tempo para disputar as competições pelo time. Essa talvez tenha sido só a pá de cal para outras frustrações.

“Por isso, e por conta de alguns problemas pessoais que venho passando, optei por não continuar jogando. Quem sabe um dia eu volto…”, escreveu ela, também na rede social, no fim de 2023, pouco antes de encerrar o contrato em definitivo. Naquele período, ela também decidiu usar as redes sociais para comentar os jogos das seleções.

O reencontro com a modalidade, já na função de treinadora, se deu este ano. Nicoll passou a treinar jovens atletas na academia de vôlei fundada pela mãe, Cristina, na Romênia. Na bio do Instagram, ela até já atualizou o registro: “ex-atleta profissional e treinadora de vôlei. Nasci durante o ouro olímpico. Morei em sete países pelo vôlei. Falo cinco idiomas”.

“Fazer esporte, seja hobby ou profissão, muda tudo”, completou.





Fonte: Alagoas 24h

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