quinta-feira, outubro 1, 2026
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Arrascaeta, do Flamengo, manda recado antes de cirurgia no punho nesta quinta-feira


Arrascaeta foi titular do Uruguai em amistoso contra a Coreia do Sul | @uruguay

Após a fratura no punho sofrida em amistoso com a seleção do Uruguai contra a Coreia do Sul, em Seul, Arrascaeta, do Flamengo, será internado, na manhã desta quinta-feira, em um hospital para fazer exames pré-operatórios. Nas redes sociais, o meia demonstrou confiança na recuperação: “Força, fé e seguir”. A cirurgia será realizada na sequência…

Após a fratura no punho sofrida em amistoso com a seleção do Uruguai contra a Coreia do Sul, em Seul, Arrascaeta, do Flamengo, será internado, na manhã desta quinta-feira, em um hospital para fazer exames pré-operatórios. Nas redes sociais, o meia demonstrou confiança na recuperação: “Força, fé e seguir”.

A cirurgia será realizada na sequência pelo chefe do departamento médico do clube, Fernando Sassaki, com auxílio de Roberto Feres, especialista neste tipo de lesão.

— A fratura do Arrascaeta é uma fratura do rádio distal. Essa cirurgia consiste em colocar esse osso no lugar, posicionar uma placa e essa placa tem praticamente a mesma anatomia do atleta. São placas padronizadas que a gente coloca no local da fratura e fixa com parafusos. Imediatamente, esse osso já fica estável e já se consegue reabilitá-lo de maneira acelerada — explicou.

Sassaki confirmou o prazo de recuperação de seis a oito semanas, noticiado pelo EXTRA. Segundo o médico, o período é menor do que o natural dessa lesão, que pode levar até 12 semanas. A diferença se dá por se tratar de um atleta de alto rendimento e com acesso diário à estrutura de tratamento e fisioterapia do clube.

Arrascaeta desfalcará o Flamengo em, no mínimo, oito partidas, sendo seis do Campeonato Brasileiro e as duas das semifinais da Libertadores. “Estou bem. (Agora é) operar e voltar rápido.” Com essas palavras, o jogador desembarcou na tarde da última quarta-feira no Aeroporto do Galeão.

— A cirurgia vai permitir que o atleta fique com o braço liberado. E aí a gente consegue ter uma reabilitação mais adequada, permitindo movimentos mais livres biomecanicamente. Isso é melhor para o atleta, é melhor para manter seu condicionamento físico. A gente vai avaliando o dia-a-dia, vendo como está as condições de melhora da dor, as condições de cicatrização, avaliando através de uma radiografia para a gente ver o momento ideal do retorno desse atleta — concluiu Sassaki.





Fonte: Alagoas 24h

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