Uma bebê de apenas 18 dias morreu em decorrência da chikungunya na cidade de São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas. O óbito foi registrado nessa quarta-feira (08) e representa a terceira morte causada pela doença no município em menos de dois meses. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Ademir Vieira, a…
Uma bebê de apenas 18 dias morreu em decorrência da chikungunya na cidade de São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas. O óbito foi registrado nessa quarta-feira (08) e representa a terceira morte causada pela doença no município em menos de dois meses.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Ademir Vieira, a mãe da recém-nascida contraiu chikungunya ainda durante a gestação e apresentava sintomas da doença no dia do parto. A bebê nasceu infectada, mas sem sinais clínicos aparentes. Dias depois, começou a manifestar os sintomas, foi internada, porém não resistiu às complicações.
“O bebê nasceu com a doença. Sobreviveu por 18 dias com a imunidade baixa e não suportou os sintomas”, afirmou o secretário.
Segundo relatos da família, a criança apresentou um quadro de saúde cada vez mais grave até evoluir para o óbito.
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Com essa morte, São Miguel dos Campos contabiliza três vítimas da chikungunya desde o fim de maio. As outras duas mortes foram de mãe e filha: Rubenita Lins dos Santos, que faleceu em 30 de maio, e Crisleine Lins dos Santos, que morreu no dia 4 de julho.
Em pronunciamento, o secretário Ademir Vieira reforçou que o município tem intensificado as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, com visitas de agentes de endemias, aplicação de larvicidas e recolhimento de objetos que acumulam água. No entanto, destacou que a participação da população é essencial para conter o avanço da doença.
“Precisamos da ajuda da população. Abram suas portas para os agentes, eliminem os criadouros do mosquito e mantenham os quintais limpos. Não conseguimos fazer esse trabalho sozinhos”, declarou.



