O desaparecimento de Mychaele Santana Messias da Conceição, conhecida como Mica, completou dois meses no último domingo (4) sem que a Polícia Civil encontre pistas concretas sobre a sua localização. A equipe da Delegacia de Pessoas Desaparecidas segue com as diligências, mas ainda aguarda retornos de solicitações oficiais para avançar nas apurações. A jovem de…
O desaparecimento de Mychaele Santana Messias da Conceição, conhecida como Mica, completou dois meses no último domingo (4) sem que a Polícia Civil encontre pistas concretas sobre a sua localização. A equipe da Delegacia de Pessoas Desaparecidas segue com as diligências, mas ainda aguarda retornos de solicitações oficiais para avançar nas apurações.
O delegado responsável pelo caso, Ronilson Medeiros, explicou as etapas mais recentes do trabalho policial e ressaltou as dificuldades enfrentadas pelas equipes.
“No caso da Micaele já tem dois meses que ela tá desaparecida e nesses dois meses não paramos de diligenciar. Buscas foram realizadas, pessoas foram ouvidas e algumas solicitações foram feitas. E nós estamos agora no aguardo das respostas das solicitações para avançar nas diligências, até porque é um caso complexo, até porque envolve, tem como pano de fundo o tráfico de drogas naquela região“, informou o delegado em entrevista àTVPajuçara.
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A Polícia Civil também apura a relação de prisões recentes na região com o sumiço da jovem. “Foi verificado também que algumas pessoas após o desaparecimento dela foram presas, e nisso tudo a gente tá tentando fazer o alinhamento para verificar se essas pessoas que foram presas tá ligado ou não ao desaparecimento da Micaele“, detalhou Medeiros.
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A perícia analisou a motocicleta utilizada pela vítima, localizada no início das investigações, mas a manipulação do veículo por terceiros comprometeu a identificação de impressões digitais. A polícia solicita que qualquer pessoa com informações concretas entre em contato pelo Disque Denúncia 181, com garantia de sigilo.



