Enquanto meditava, mais pessoas chegaram ao local atraídas pela vista privilegiada do por do sol. Elas reclamavam sobre a falta de estrutura do local, que estava sujo e não tinha nenhuma opção de comida ou bebida. “Eu pensei: já que uma força divina me trouxe até aqui, tem que haver um propósito. Vou fazer algo bom com isso”, relembrou.
Depois do momento de “iluminação”, ele foi até a prefeitura e pediu permissão para colocar uma barraca no local. De acordo com o empreendedor, os funcionários não acreditaram que o negócio daria certo, pois o espaço estava abandonado.
João Augusto, que já tinha experiência como garçom, limpou o mirante e montou uma pequena estrutura. A notícia da barraca “Drink do Corno Feliz” se espalhou pelo distrito e atraiu moradores e turistas. O sucesso foi tanto que hoje em dia ninguém conhece o empreendedor como João, mas sim como Corno Feliz.



