Corinthians negocia com a Caixa troca de naming rights da Arena | Foto: Alexandre Kocinas/Sport Club Corinthians Paulista
A Neo Química Arena pode ter seu nome alterado nos próximos meses. O Corinthians negocia com a Caixa Econômica Federal os naming rights do estádio localizado em Itaquera, na zona leste de São Paulo, e vê com otimismo a chance de mudança. LEIA MAIS NOTÍCIAS DO FUTEBOL NACIONAL E INTERNACIONAL ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS…
A Neo Química Arena pode ter seu nome alterado nos próximos meses. O Corinthians negocia com a Caixa Econômica Federal os naming rights do estádio localizado em Itaquera, na zona leste de São Paulo, e vê com otimismo a chance de mudança.
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A CNN Brasil apurou com fontes ligadas ao clube que as conversam fluem em um bom ritmo e a expectativa é de que o anúncio possa ocorrer pouco depois da disputa da Copa do Mundo, que acontece entre os dias 11 de junho e 19 de julho.
Atualmente, o Corinthians recebe cerca de R$ 21 milhões da Hypera Pharma pelo Neo Química no nome do estádio. Após a realização do valuation, o clube do Parque São Jorge acredita que o estádio valha, pelo menos, um pouco mais do que o dobro do que é recebido.
A multa para a rescisão do contrato entre Corinthians e Hypera caiu para cerca de R$ 50 milhões no segundo semestre de 2025. A negociação entre Palmeiras e Nubank pela troca do nome do Allianz Parque também deve ser levada em consideração, já que ambos os estádios tinham os contratos parecidos.
Após a troca, o principal rival passará a desembolsar cerca de R$ 52 milhões ao ano, um valor que o Timão considera justo pela Arena.
Uma das ideias estudadas pela Caixa Econômica Federal é de colocar o nome de algum produto da instituição no nome do estádio. Durante o começo das conversas entre Corinthians e CEF, ainda no começo da gestão de Osmar Stabile no Parque São Jorge, uma das opções mais fortes para ter o nome no estádio do clube era a casa de apostas que seria lançada pelo banco, e que acabou sendo suspensa após pressão do governo.
Vale lembrar que o Corinthians tem uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com a Caixa Econômica, e busca uma solução com o banco estatal.
Procurada, a Caixa Econômica Federal não quis comentar o assunto por “questões de sigilo”. O Corinthians também foi procurado, mas ainda não respondeu à reportagem.



