Maurício Anchieta de Sousa teve o Habeas-corpus negado
Os desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) negaram, por unanimidade, nesta quarta-feira, 27, o pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa do réu Maurício Anchieta de Souza. O homem, conhecido como o dono da clínica onde Claudia Pollyanne foi assassinada — a clínica Luz e Vida, localizada em Marechal Deodoro…
Os desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) negaram, por unanimidade, nesta quarta-feira, 27, o pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa do réu Maurício Anchieta de Souza.
O homem, conhecido como o dono da clínica onde Claudia Pollyanne foi assassinada — a clínica Luz e Vida, localizada em Marechal Deodoro —, pedia para responder aos crimes em liberdade. Com a decisão colegiada, o tribunal alagoano manteve integralmente o entendimento do juiz da comarca de Marechal Deodoro, que já havia determinado a manutenção da prisão devido à periculosidade das ações atribuídas ao acusado.
ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM
Neste processo específico que motivou o pedido de Habeas Corpus, Maurício Anchieta de Souza responde por uma série de crimes hediondos e graves violações de direitos humanos dentro do estabelecimento de saúde, incluindo: estupro; tortura; cárcere privado; e exercício ilegal da medicina.
Além dessa extensa ficha de acusações penais, Maurício Anchieta também figura como réu principal no processo que investiga o homicídio da esteticista Cláudia Pollyanne, morta de forma violenta dentro das dependências da própria clínica Luz e Vida.

No caso do assassinato da esteticista, a juíza de primeira instância, Fabíola Feijão, havia negado inicialmente o pedido de prisão preventiva contra Maurício e sua companheira, Jéssica da Conceição Vilela.
No entanto, o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) não se conformou com a decisão e interpôs um Recurso em Sentido Estrito para reverter a situação e exigir o encarceramento imediato do casal pela morte de Cláudia Pollyanne.
Os desembargadores do Tribunal de Justiça analisarão este recurso sobre o homicídio assim que a Procuradoria Geral de Justiça emitir o parecer definitivo.
Veja o histórico de matérias sobre o caso Cláudia Pollyanne, no Alagoas24Horas:



