Em evento, Flávio diz que Lula parece ser “chefe do PCC” | Foto: Agência Senado
O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (8) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se parece com “o chefe do PCC” durante evento com empresários, em São Paulo. LEIA MAIS NOTÍCIAS DA POLÍTICA NACIONAL E INTERNACIONAL ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM “[A classificação] é a…
O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (8) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se parece com “o chefe do PCC” durante evento com empresários, em São Paulo.
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“[A classificação] é a maior oportunidade que nós temos de acabar com esse poder paralelo, que é o que eles são. Então não tem que ter tolerância, tem que ter unidade da nossa parte. Aí você olha para o presidente do Brasil, ele pensa o contrário. Parece que ele é o chefe do PCC. Muitas pessoas começam a pensar nisso”, disse Flávio.
A declaração, feita durante o almoço do grupo Voto no Palácio Tangará, se deu pela postura contrária do Planalto diante da decisão dos Estados Unidos classificarem o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
O posicionamento defendido pelo governo Lula é de que nenhum dos dois grupos têm motivações políticas ou religiosas, essenciais para a classificação de terrorismo, e que os Estados Unidos estariam ferindo a soberania do Brasil.
Procurada pela CNN, a assessoria do presidente não se manifestou sobre as declarações do senador. O espaço segue aberto.
O anúncio do Departamento de Estado americano de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas se deu após o encontro entre Flávio Bolsonaro e o presidente americano, Donald Trump, no fim de maio. A decisão, assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, entrou em vigor na última sexta-feira (5) e gerou um debate sobre sua legitimidade e seus impactos.
O anúncio feito pelos EUA foi adotado pela campanha de Flávio — que admitiu ter pedido a classificação ao presidente americano — e passou a ser utilizado como bandeira eleitoral.
“Em uma viagem como pré-candidato, fiz mais pelo Brasil e pela segurança dos brasileiros do que o PT e Lula em seus dezessete anos de mandato”, comentou à época.



