Grávida é agredida e PM registra três casos de violência contra mulheres | Foto: Cortesia
A violência contra mulheres voltou a marcar o fim de semana em Rio Largo. Somente neste domingo (15), três casos de agressão foram registrados na cidade. Entre as vítimas está uma mulher grávida. Além disso, outro episódio semelhante aconteceu durante a madrugada desta segunda-feira (16) em Maceió. LEIA MAIS NOTÍCIAS DE MACEIÓ E DA REGIÃO…
A violência contra mulheres voltou a marcar o fim de semana em Rio Largo. Somente neste domingo (15), três casos de agressão foram registrados na cidade. Entre as vítimas está uma mulher grávida. Além disso, outro episódio semelhante aconteceu durante a madrugada desta segunda-feira (16) em Maceió.
LEIA MAIS NOTÍCIAS DE MACEIÓ E DA REGIÃO METROPOLITANA
ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM
O primeiro caso veio à tona no fim da tarde, por volta das 18h, quando uma mulher procurou ajuda no centro da cidade e relatou ter sido agredida pelo próprio marido, mesmo estando grávida. Segundo ela, o companheiro já havia usado um cabo de vassoura para agredi-la em outras ocasiões. Desta vez, o ataque teria acontecido com tapas na barriga e nas costas.
Poucas horas depois, já perto das 23h, outra mulher denunciou agressão. Ela contou que o ex-companheiro foi até sua casa, no bairro Tabuleiro do Pinto, para deixar os filhos. No entanto, diante da demora para abrir a porta, o homem perdeu a paciência e a atingiu com um tapa. A mulher caiu no chão e acabou ferindo o joelho.
Quase ao mesmo tempo, um terceiro caso foi registrado no bairro Cruzeiro do Sul. A vítima relatou que foi agredida pelo companheiro e, além disso, recebeu ameaças de morte. O homem, segundo relatos, estava embriagado no momento da violência.
A sequência de agressões não ficou restrita ao município. Já na madrugada desta segunda-feira (16), outro episódio de violência doméstica foi registrado no bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió. A vítima contou que sofreu tapas no rosto, puxões de cabelo e ainda foi ameaçada de morte com uma faca. As marcas das agressões eram visíveis.
Os casos reforçam um cenário preocupante de violência doméstica no estado, onde muitas vítimas ainda enfrentam agressões dentro da própria casa — justamente no ambiente que deveria representar segurança.



