Jovem desaparecido na Barra Nova. Fonte: Reprodução
O Instituto Médico Legal (IML) de Maceió confirmou oficialmente nesta quinta-feira, 7, que o corpo localizado na manhã de ontem na Praia da Avenida pertence ao servente de pedreiro Edson Santos da Silva, de 24 anos. O jovem estava desaparecido desde a última segunda-feira, quando saiu para trabalhar no povoado Barra Nova, em Marechal Deodoro….
O Instituto Médico Legal (IML) de Maceió confirmou oficialmente nesta quinta-feira, 7, que o corpo localizado na manhã de ontem na Praia da Avenida pertence ao servente de pedreiro Edson Santos da Silva, de 24 anos.
O jovem estava desaparecido desde a última segunda-feira, quando saiu para trabalhar no povoado Barra Nova, em Marechal Deodoro.
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Reconhecimento e pistas
A confirmação põe fim à angústia da família de Edson, que é natural de Penedo e já havia indicado, por meio de relatos do pai, que as características físicas coincidiam com as do jovem. Elementos encontrados no local do achado, como uma tatuagem no braço esquerdo com a frase “Deus é maior do que tudo” e um chaveiro com a inscrição “Drogaria Barra Nova” no bolso da bermuda, foram cruciais para o trabalho dos peritos.
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Indícios de violência
Embora o IML não tenha passado detalhes sobre a causa da morte nesta nova atualização, as observações preliminares feitas no local do crime pelo delegado Daniel Aquino apontam para uma execução. Em declarações anteriores, o delegado revelou que:
“Na parte posterior da cabeça havia lesões. O perito constatou pelo menos uma perfuração compatível com disparo de arma de fogo, além de outras duas lesões contusas que ainda serão analisadas no IML”
A Polícia Científica também trabalha com a forte hipótese de que a maré tenha transportado o corpo até o trecho do Pontal da Barra. Segundo Aquino, “A Polícia Científica, através dos peritos, informou que é possível que o mar o tenha levado para lá. Inclusive, o estado em que o corpo estava, mostrava que houve a influência do mar. Nesses casos, a gente não tem ainda identificação” — explicou o delegado antes da confirmação oficial desta quinta.
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Investigação sem testemunhas
A ausência de câmeras de segurança e de testemunhas na área onde o cadáver foi avistado dificulta o trabalho da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O estado do corpo sugeria que a morte ocorrera há pelo menos dois dias antes de ser encontrado.
A polícia segue pedindo a colaboração da população. Qualquer detalhe sobre o desaparecimento de Edson em Marechal Deodoro pode ser informado de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.



