Ela disse ainda que não sabia de nenhum caso da doença, que tem relação com a genética. Porém, depois da suspeita, acabaram identificando. “Algumas primas do meu marido têm. O avô dele também teve”, explica a mãe. Agora, a família segue investigando e tomando as medidas necessárias para cuidar da saúde do pequeno. “O objetivo do vídeo foi alertar as mães a não faltarem nas consultas, porque, às vezes, os sinais são silenciosos e só um acompanhamento médico é capaz de perceber”, completa Gabriela.
Como deve ser a rotina de consultas da criança?
No geral, a primeira consulta do bebê deve ocorrer logo após a alta na maternidade, no máximo até o décimo dia de vida. Esse primeiro encontro é mais longo que os demais: dura em torno de uma hora. O profissional costuma, entre outras coisas, indagar sobre a gestação e o histórico da família. Nas consultas seguintes, o roteiro sempre incluirá a verificação de peso, altura, imunização, alimentação e desenvolvimento neurológico.
Até completar 1 ano de vida, o bebê deve voltar ao pediatra todos os meses. Depois, no segundo ano, as consultas passam a ser trimestrais. E, até os 5 anos, a visita é semestral. A partir daí até a maioridade, as consultas se tornam menos frequentes, passando a uma por ano, explica a pediatra Filumena Gomes, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (SP).
Assista ao vídeo abaixo:



