MPAL de Mãos Unidas contra o Feminicídio
Sensibilizar gestores públicos e discutir com a sociedade a importância da ampliação e fortalecimento da rede de proteção às mulheres e combate ao feminicídio no Médio Sertão alagoano. Foi com esse objetivo que o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (CAOP) e do…
Sensibilizar gestores públicos e discutir com a sociedade a importância da ampliação e fortalecimento da rede de proteção às mulheres e combate ao feminicídio no Médio Sertão alagoano. Foi com esse objetivo que o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (CAOP) e do Núcleo de Defesa da Mulher (NUDEM), promoveu em Santana do Ipanema, nessa segunda-feira (27), uma audiência pública inserida nas ações do projeto “MPAL de Mãos Unidas contra o Feminicídio”.
O encontro foi realizado na sede da Câmara de Vereadores e contou com a participação de prefeitos, vereadores, secretários municipais e promotores de Justiça da região. Na oportunidade, membros do MPAL e da sociedade ressaltaram a importância da mudança cultural entre os homens para que os casos de violência contra a mulher sejam reduzidos.
Em seguida, os promotores de Justiça apresentaram um conjunto de ações que os municípios podem implementar para aumentar e fortalecer a rede de proteção às mulheres. A principal medida inclui a criação de uma Secretaria Municipal de Defesa da Mulher.
“Nosso empenho é para impulsionar a consciência coletiva, medida essencial que pode mudar o quadro atual de violência, que é muito grave, e cujo tema é extremamente importante para a sociedade. Por isso, trouxemos para Santana do Ipanema o projeto MPAL de Mãos Unidas contra o Feminicídio”, assinalou a promotora de Justiça Ariadne Dantas, coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher.
“Nosso intuito é que seja fortalecida onde já existe e criada onde ainda não há a rede de proteção às mulheres em todo o Médio Sertão de Alagoas, por meio, quando for o caso, da criação de Secretarias Municipais de Defesa da Mulher”, pontuou o promotor José Antônio Malta Marques, que é diretor do CAOP.



